As negociações de milho seguem em ritmo lento no Brasil, com os preços em queda, conforme dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP.
O avanço da colheita da segunda safra brasileira de milho, que deve ser recorde, e a melhora do clima nos Estados Unidos – o que tem aumentado as estimativas mundiais de produção, apesar das recentes preocupações com o tempo seco no país – têm mantido compradores afastados do mercado à vista nacional.
Em 14 de julho, o indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 54,28 por saca de 60 quilos, com retração de 2,9% ante o encerramento da semana anterior (R$ 55,88 por saca).
No Brasil, a Conab aponta que a produção brasileira 2022/23 deve superar em 13% a da temporada 2021/22. Para a segunda safra, o aumento deve ser de 14%, agora estimada em 98,04 milhões de toneladas.
Além disso, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indica que, apesar da cautela quanto ao clima no país, a produção mundial em 2023/24 deve ser de 1,22 bilhão de toneladas, 6% maior que a anterior.
Com informações adicionais NovaCana