Os contratos futuros do açúcar negociados na ICE registraram elevação nesta terça-feira, 16.
O açúcar bruto para entrega em julho fechou com alta de 0,14 centavo de dólar, ou 1%, a 13,82 centavos por libra-peso, após ter atingido anteriormente uma mínima de quase dois meses, de 13,56 centavos de dólar por libra-peso.
Os corretores afirmaram que a queda nos preços do petróleo bruto exerceu inicialmente uma pressão de baixa sobre o mercado de açúcar.

Eles observaram, no entanto, que as perspectivas para a safra 2026/27 pareciam altistas para os preços, com o fenômeno climático El Niño provavelmente reduzindo a produção.
“Refletindo os riscos crescentes do El Niño, várias previsões privadas para o balanço global do açúcar em 2026/27 se tornaram mais restritivas nas últimas semanas”, afirmou o Rabobank em uma nota.
O serviço meteorológico da Austrália alertou na terça-feira que um padrão climático do El Niño se formou no Pacífico tropical e pode se intensificar no segundo semestre de 2026, tornando-se um dos mais fortes das últimas sete décadas.
Por sua vez, o contrato mais ativo do açúcar branco subiu 1,7%, para US$ 449,90 a tonelada.
Nigel Hunt e Marcelo Teixeira