Os contratos futuros do açúcar bruto negociados na ICE atingiram máxima de dois anos nesta terça-feira, mas fecharam a sessão em queda.
O contrato março do açúcar bruto fechou em queda de 0,18 centavo de dólar, a 14,71 centavos de dólar por libra-peso, após atingir máxima de dois anos de 15,13 centavos.
Operadores disseram que o modesto revés não é inesperado, considerando a extensão dos ganhos recentes, embora o mercado continue apoiado pelas produções reduzidas na Índia e na União Europeia, que ajudaram a apertar as ofertas no curto prazo.
As usinas indianas produziram 14,1 milhões de toneladas de açúcar entre 1º de outubro e 31 de janeiro, queda de quase 24% em relação ao mesmo período do ano anterior, já que algumas unidades foram forçadas a interromper a moagem de cana mais cedo devido à oferta limitada.

O açúcar branco para março recuou 2,90 dólares, para 413,70 dólares a tonelada, depois de tocar a marca de 420 dólares, maior nível em dois anos e meio.
Embora um déficit global de açúcar seja amplamente previsto para a temporada 2020/21, um aumento na produção do adoçante deve limitar o tamanho do rombo, disse nesta terça-feira a consultoria Green Pool, que divulgou sua primeira estimativa para o período.
Nigel Hunt