Os contratos futuros do açúcar bruto na ICE fecharam em alta nesta sexta-feira, recebendo suporte da fraqueza do dólar norte-americano e do avanço dos mercados de commodities energéticas.
A valorização da moeda do Brasil, um dos maiores produtores mundiais de açúcar, impulsionou os ganhos das duas commodities no começo da sessão.
O real inicialmente subiu, repercutindo a escolha de Roberto Campos Neto, economista e executivo sênior do Banco Santander Brasil, como chefe do Banco Central no próximo governo.
O contrato março do açúcar bruto subiu 0,04 centavo de dólar, ou 0,3 por cento, a 12,69 centavos de dólar por libra-peso, porém terminado a semana com queda de 0,3 por cento.

Operadores disseram que o mercado recebeu suporte também das previsões de um possível déficit em 2018/19 e, se não, provavelmente em 2019/20.
O açúcar branco para março perdeu 2,10 dólares, ou 0,6 por cento, a 341,10 dólares por tonelada, caindo 0,9 por cento na semana.
Os subsídios anuais da Índia a produtores de cana-de-açúcar romperam os limites permitidos em até dez vezes nos últimos seis anos, disse a Austrália à Organização Mundial do Comércio.
Renita D. Young e Nigel Hunt