Em 2015, os futuros do açúcar subiram pela primeira vez em quatro anos.
A recuperação não foi fácil. Em agosto, o preço chegou a 10,13 centavos por libra, o menor em sete anos, causado em parte pela pressão contínua de sucessivos anos de superávit na produção. O El Niño criou contratempos climáticos e fracos incentivos de preço ameaçaram a produção.
A depreciação do real também teve papel importante, cortando o valor de bens como o açúcar, produto no qual o País é grande player mundial de mercado.
No entanto, a estabilização da moeda aliada à projeção de déficit do adoçante fez com que os preços apresentassem recuperação marcante, sendo uma das poucas commodities a terminar 2015 em valores maiores que no início do ano.
Mas até que ponto essa melhora influencia o equilíbrio de oferta e demanda? Novos declínios no real podem complicar a recuperação? Veja as perspectivas apresentadas por sete bancos que acompanham o mercado de açúcar: ABN Amro, Commerzbank, Goldman Sachs, Morgan Stanley, Rabobank, J Ganes Consulting e Societe Generale.
“O foco para o mercado de açúcar não deveria ser a produção e sim de onde virão os compradores.” Veja os detalhes da opinião de cada banco a seguir.
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