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As 50 usinas que mais geraram eletricidade com bagaço de cana em 2015


NovaCana - Publicado: 11 Set 2015 - 10:55 | Atualizado: 16 Set 2015 - 16:40

Por mais que o aumento da geração de eletricidade por parte das usinas açucareiras não tenha surpreendido durante o primeiro semestre de 2015, com crescimento acumulado de 6,8% em relação ao mesmo período de 2014, o setor continua crescendo em importância na geração de receita. A estimativa é que, atualmente, a cogeração represente de 8% a 10% do total da receita das usinas, oferecendo margens bem maiores do que os tradicionais açúcar e etanol.

Durante o primeiro semestre, a cogeração de energia elétrica pelas canavieiras brasileiras passou de 6.058 GW para 6.471 GW. Na comparação em base anual, os melhores crescimentos mensais de geração da biomassa de cana aconteceram em janeiro (66%), fevereiro (32,7%) e abril (21,1%), com quedas de geração em março (-12,5%) e maio (-1,9%).

Com o avanço da colheita, em 2015, junho naturalmente registrou o maior volume de energia gerado, de 2.360 GWh. Entretanto, o crescimento no Brasil foi pequeno, de 4,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado. As usinas de São Paulo destoaram e geraram menos energia este ano em relação ao ano passado.

Para determinar os principais responsáveis (usinas e estados) pelo crescimento, o portal novaCana.com elaborou um ranking com as usinas sucroenergéticas que mais geraram energia elétrica ao longo do primeiro semestre de 2015. Embora o resumo visual da geração da biomassa apresente os dados atualizados até agosto, as informações mais recentes detalhadas por unidade geradora vão até junho deste ano.

Conheça quem são as usinas, a localização e o grupo de cada uma delas, a potência instalada para cogeração e a energia gerada durante o período (energia de cada usina medida no centro de distribuição).

É importante notar que para mostrar com mais precisão a participação do setor de açúcar e etanol no mercado de energia, o novaCana selecionou somente as geradoras que utilizam o bagaço de cana-de-açúcar como combustível, deixando de fora a contribuição de outras biomassas, que é minoritária, como capim elefante e cavaco de madeira.


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