O Brasil é o maior exportador de açúcar do mundo. Parte da commodity vai para o exterior já parcial ou totalmente refinada e embarcada em contêiners – trata-se de um comércio mais específico, de maior valor agregado e que atende a nações sem estrutura fabril para refinar o açúcar bruto ou que preferem importar o produto já processado.
Segundo dados da agência marítima Williams Brazil, em 2017, saíram do país 2,98 milhões de toneladas de açúcar via contêiner – um aumento de 0,44% em relação às 2,85 milhões toneladas do ano anterior e de 3,74% na comparação com as 2,17 milhões de toneladas exportadas em 2015.
A última análise trimestral, divulgada pelo novaCana em dezembro de 2017, já projetava que a exportação de açúcar conteinerizado chegaria a mais de 10% do total absoluto. Com base nos números da Williams Brazil e nos montantes totais, divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), é possível calcular que os contêineres corresponderam, no ano passado, a 10,3% das 28,7 milhões de toneladas de açúcar exportado pelo Brasil. Em 2016, foram 2,85 milhões de toneladas, aproximadamente 10% do total de 28,9 milhões de toneladas totais.
A principal exportadora via contêiner em 2017 foi a Copersucar, com 336,72 mil toneladas comercializadas – 73 mil a mais do que as 263,70 mil t de 2016 (+27,7%) –, e recuperando a posição perdida no ano anterior.

A seguir:
- Ranking das 50 principais exportadoras
- Volume mensal das 10 principais exportadoras
- Principais portos de escoamento e destinos do açúcar em contêineres
- Redução do mercado asiático e aumento da compra em outras regiões
- Participação do mercado conteinerizado em relação ao total de exportações
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