A disputa é intensa e a lista dos principais grupos evidencia que possuir maior número de usinas — e capacidade de moagem — não é sinônimo de melhor aproveitamento do bagaço. O portal NovaCana revela a seguir os grupos mais organizados em torno da bioeletricidade e que tiveram condições financeiras para bancar os projetos de cogeração
Com 13 de suas 24 usinas gerando energia para o sistema elétrico brasileiro no primeiro semestre de 2015, quando produziu 641,7 gigawatts-hora (GWh), a Raízen Energia é a líder inconteste, com larga vantagem entre as maiores produtoras de bioeletricidade.
Isolada em segundo lugar está a Odebrecht com uma produção de 533,1 GWh, em nove térmicas distribuídas entre cada uma de suas usinas.
A seguir a disputa fica intensa e a lista dos principais grupos evidencia que possuir maior número de usinas — e capacidade de moagem — não é sinônimo de melhor aproveitamento do bagaço.
O portal NovaCana revela a seguir os grupos mais organizados em torno da bioeletricidade e que tiveram condições financeiras para bancar os projetos de cogeração.
Com 13 de suas 24 usinas gerando energia para o sistema elétrico brasileiro no primeiro semestre de 2015, quando produziu 641,7 gigawatts-hora (GWh), a Raízen Energia é a líder inconteste, com larga vantagem entre as maiores exportadoras de bioeletricidade.
Isolada em segundo lugar está a Odebrecht com uma produção de 533,1 GWh, em nove térmicas distribuídas entre cada uma de suas usinas.
A seguir a disputa fica intensa e a lista dos principais grupos evidencia que possuir maior número de usinas — e capacidade de moagem — não é sinônimo de melhor aproveitamento do bagaço.
O portal NovaCana revela a seguir os grupos mais organizados em torno da bioeletricidade e que tiveram condições financeiras para bancar os projetos de cogeração.
O levantamento completo atualizado (e reformulado) sobre a cogeração está disponível na plataforma de dados.
Atualização 25/09/2015, às 10h - Os gráficos a seguir tiveram os títulos alterados para refletir com mais precisão os dados apresentados. O termo 'geração' foi substituído por 'exportação' em razão dos dados contabilizados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) não consideraram a bioeletricidade consumida pelas próprias usinas, mas apenas o que foi injetado na rede elétrica nacional.
A terminologia adotada incialmente é fiel à fonte de dados, a CCEE, mas o portal NovaCana optou pelo termo 'exportação' para evitar margem à leituras equivocadas.












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