Embora os contratos futuros de açúcar tenham se fortalecido em 2016, o ímpeto parece ter esfriado nos últimos meses do ano.
Será que o mercado não está mais levando em conta os estoques apertados e o esperado déficit da produção global de açúcar? Ou, então, será que a atenção agora se volta para a grande produção esperada em 2018 – graças ao desvanecimento do efeito retardado do El Niño e dos melhores preços –, freando a disparada nos valores?
Cinco organizações internacionais dão suas opiniões para 2017. Confira a seguir as análises do Commerzbank, do Société Générale, da Marex Spectron, da ISO e da Focus Economics.
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR