Andamento de safra de cana vem demonstrando quedas no teor de ATR e na produtividade, o que levou empresas especializadas a reduzirem seus números
Com o primeiro trimestre da safra já finalizado, empresas especializadas, usinas e consultorias conseguem traçar uma conjectura mais clara sobre a temporada 2025/26 de cana-de-açúcar.
A unanimidade entre as consultadas pelo NovaCana é que a moagem no Centro-Sul será inferior à do ciclo anterior – mas o tamanho desta quebra ainda é ponto de divergência. Além disso, uma menor qualidade da cana, considerando o Açúcar Total Recuperável (ATR), entra na mesma lista de certezas.
As discrepâncias giram em torno dos produtos: nove empresas apostam em um volume de açúcar abaixo do observado na temporada anterior e outras nove creem que a fabricação será superior à do ciclo 2024/25 – na média, a commodity ficaria estável. Já a produção do etanol varia considerando fatores como a adoção do E30, a remuneração do açúcar frente ao biocombustível, a capacidade de cristalização das usinas e o tamanho do potencial de incremento do renovável de milho.
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