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A visão de consultorias e usinas sobre as principais aquisições recentes do setor

Olhar dos investidores acompanha negociações de portes variados e melhora na condição das plantas disponíveis; FG/A, Íntegra, MBAgro, Raízen, Melhoramentos e Pedra Agroindustrial comentam casos de 2021 e 2022


NovaCana - 14 jul 2022 - 09:25 - Última atualização em: 15 jul 2022 - 08:12

Nos últimos dois anos, fusões e aquisições agitaram o mar das sucroenergéticas que, por muitos anos, só viu algumas marolas. Os ativos trocando de mãos deram mais fôlego para um setor que entra em seu terceiro ciclo de resultados positivos.

Uma das mais recentes compras ocorridas no setor sucroenergético foi a da usina Vale do Paraná, em Suzanópolis (SP), pela Companhia Melhoramentos do Norte do Paraná (CMNP). A transação aconteceu no início de maio e, conforme reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o valor estimado da venda foi entre R$ 700 milhões e R$ 1 bilhão, considerando o tamanho do ativo.

A Pedra Agroindustrial, por sua vez, colocou um fim na novela sobre a venda da usina São Fernando, localizada em Dourados (MS), ao propor aos credores o pagamento de R$ 661 milhões. Mas a planta industrial será desmontada e o destino dos ativos já é certo. A Pedra Agroindustrial já havia adquirido, em janeiro desse ano, a Orbi Bioenergia, em Paranaíba (MS), que foi renomeada como usina Cedro. A unidade, que está inacabada, deve receber os equipamentos da São Fernando, com previsão de conclusão em 2024.

Por sua vez, a Jalles Machado, que entrou na bolsa de valores em fevereiro do ano passado, já havia adiantado que um dos usos dos recursos levantados seria a aquisição de uma terceira unidade. Assim, também em maio deste ano, foi confirmada a compra da usina Santa Vitória Açúcar e Álcool por R$ 704,86 milhões. A unidade, situada na cidade mineira homônima, é a primeira do grupo fora de Goiás.

Em 2021, também houve movimentações de compra no setor sucroenergético. Em agosto, o grupo Ipiranga Agroindustrial adquiriu o parque industrial da Passos, localizada em Minas Gerais. Já a Batatais comprou a Central Energética Vale do Sapucaí (Cevasa), em Patrocínio Paulista (SP). Por sua vez, o grupo Vale do Verdão e a Ferrari Agroindústria ficaram com a São Luiz, de Pirassununga (SP), que era da Abengoa Bioenergia.

O ano de 2021 ainda marcou uma das maiores aquisições do setor: a Biosev foi comprada pela Raízen em uma negociação que movimentou R$ 3,6 bilhões.


Esta é a primeira parte de um conteúdo sobre fusões e aquisições produzido pelo NovaCana. Nela, é possível verificar os detalhes das últimas transações do setor sucroenergético e a perspectiva de FG/A, Íntegra, MBAgro, Raízen, Melhoramentos e Pedra Agroindustrial para este mercado.

Na próxima semana, a segunda parte trará análises sobre a relação entre o mercado de capitais e as aquisições, pontos de atenção na hora de fazer uma compra de ativo, fatores favoráveis e desfavoráveis para o setor sucroenergético atualmente, a saída de capital estrangeiro e o potencial do RenovaBio na capitalização das usinas.


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