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Jacarezinho encerra ciclo 2021/22 com 2,43 milhões de toneladas de cana moídas

Foram fabricadas 167,89 mil toneladas de açúcar e 94,69 milhões de litro de etanol


Grupo Maringá - 13 dez 2021 - 14:42

Durante o ciclo 2021/22 a usina Jacarezinho, localizada em município homônimo, no Paraná, e pertencente ao grupo Maringá, registrou a moagem de 2,43 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Segundo a empresa, o resultado foi satisfatório considerando as adversidades climáticas.

Quanto aos produtos, foram fabricadas 167,89 mil toneladas de açúcar, retração de 12,42% em relação à safra 2020/21, sendo 132,81 mil toneladas de açúcar bruto (-15,3%) e 35,08 mil toneladas da qualidade branca.

Já a produção do biocombustível registrou 94,69 milhões de litro de etanol, uma alta de 6,69% no comparativo com a safra anterior, sendo 65,06 milhões de litros anidro (+30%) e 29,60 milhões de litros de hidratado (23,6%).

Além disso, a Jacarezinho foi avaliada em 2020 como a melhor empresa do setor de açúcar e etanol no ranking Melhores e Maiores da Revista Exame.

Segundo a companhia, o aumento da participação do etanol no mix de produção da safra 2021/22 refletiu, sobretudo, o cenário nacional, afetado pela redução de 13% na oferta de cana-de-açúcar no Centro-Sul, em conjunto com o aumento esperado do consumo do ciclo Otto, repercutindo positivamente no preço do renovável.

“Para proporcionar maior flexibilidade no mix de produção, temos investido nas plantas de açúcar e etanol, bem como no aumento de nossa capacidade de armazenagem de açúcar”, explica o diretor corporativo do grupo Maringá, Eduardo Lambiasi.

Para a próxima safra, o mix de produção deve permanecer no mesmo patamar, segundo o grupo Maringá. “A expectativa é aumentar a moagem, com base na expansão da área de colheita, e melhorar a eficiência no armazém de açúcar, com um investimento na ordem de R$ 9,5 milhões com estrutura interna a usina”, acrescenta o diretor de operações da usina Jacarezinho, Condurme Aizzo.

Cogeração de energia

O grupo também agrega a Maringá Energia, responsável pela comercialização de bioeletricidade da empresa. A unidade de cogeração utiliza o bagaço da cana-de-açúcar resultante do processo produtivo na Jacarezinho para produzir energia elétrica renovável.

Conforme a empresa, foram investidos R$ 70 milhões na Maringá Energia, dos quais R$ 40 milhões foram provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com recursos do FINEM e do Fundo Clima. Com capacidade inicial de 25 megawatt-hora ao ano de energia, a empresa iniciou a exportação de bioeletricidade no mês de junho de 2021, com expectativa de exportar 43 mil megawatt-hora ao ano até dezembro de 2021.

O resultado operacional obtido já no primeiro ano foi acima das expectativas do grupo, representando 13% do resultado geral das operações sucroenergéticas do grupo Maringá no período.


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