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Integrando a Biosev, Raízen incorpora 10 mil funcionários e nove unidades

Com o término deste processo, a marca Biosev deixa de existir e passa a ser substituída por Raízen em toda a operação


Exame - 19 abr 2022 - 09:00

A Raízen, empresa de biocombustíveis e produtora de açúcar e etanol, concluiu neste mês o processo de integração da Biosev. Após a conclusão do acordo de compra, que ocorreu em agosto de 2021, a empresa combinou os ativos e, segundo a Raízen, conseguiu promover sinergias operacionais.

O grande desafio para a companhia foi incorporar, em menos de nove meses, cerca de dez mil funcionários que atuavam na operação das nove usinas da Biosev, sendo seis no estado de São Paulo, três no Mato Grosso do Sul e uma em Minas Gerais.

Juntas, as novas unidades possuem cogeração de energia e capacidade de exportação de 1.316 GWh de energia elétrica. Com a chegada delas, a Raízen passou a contar com 35 parques de bioenergia, que totalizam uma capacidade total instalada de até 105 milhões de toneladas de cana em cerca de 1,3 milhão de hectares de área cultivada.

“A aquisição da Biosev consolidou a Raízen como uma companhia integrada de energia e parceira estratégica na oferta de soluções completas para seus clientes, prezando pela qualidade e sustentabilidade em toda sua cadeia de negócios”, declara o vice-presidente executivo da Raízen, Francis Queen.

De acordo com ele, as unidades que vieram da Biosev estão localizadas em regiões estratégicas e, por isso, favorecem a expansão competitiva dos negócios da Raízen e permitiram a ampliação de mais 280 mil hectares de área plantada.

A partir de agora, a marca Biosev deixa de existir e todas as unidades passam a exibir identidade visual Raízen. “Os ativos de Biosev representam inúmeros ganhos de escala para a Raízen. Com essa sinergia foi possível otimizar custos operacionais, de gestão e de capital em todos os nossos processos”, afirma Queen.

Para que a integração fosse realizada nesse tempo, a Raízen criou um grupo de trabalho de cerca de 200 pessoas, que passou a atuar diretamente no processo de revisão das estruturas com o objetivo de aproveitar o melhor de cada uma das empresas.

Nesse período, a empresa realizou mais de 270 treinamentos focados em novos processos e sistemas. O time de operação dedicou oito mil horas de capacitação com a implementação de um novo programa de governança de permissão de serviços o que permitiu a padronização de processos e a redução de acidentes.

“Planejamos um processo completo, com grandes desafios de comunicação para auxiliar nesta gestão de mudança”, diz Queen.


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