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[Entrevista] Executivos falam sobre o primeiro ano de atividades da BP Bunge


NovaCana - 26 nov 2020 - 10:26 - Última atualização em: 26 nov 2020 - 13:20
Há pouco mais de um ano, Mario Lindenhayn e Geovane Consul anunciavam a criação da BP Bunge Bioenergia

Em julho de 2019, a gigante norte-americana Bunge e a petroleira britânica BP anunciaram que estavam criando uma joint venture. A BP Bunge Bioenergia uniu os ativos das duas companhias com atuação no setor sucroenergético brasileiro e, alguns meses depois, no começo de dezembro, estava concluída e pronta para o início das operações conjuntas.

“As duas empresas se juntaram e criamos a BP Bunge Bioenergia, que passa a ser a segunda maior sucroenergética do Brasil, com capacidade instalada de 32 milhões de toneladas e uma produção em torno de 28 milhões de toneladas”, relembra o presidente executivo da companhia, Mario Lindenhayn, que também atua como presidente do conselho.

Um ano depois da formalização, ele e o CEO da BP Bunge, Geovane Consul, conversaram com o novaCana sobre a operação, as principais mudanças, os maiores desafios encontrados e os projetos para o futuro.

“Estamos convictos de que acertamos ao criar esta empresa”, garante Consul. De acordo com ele, aproximadamente 50% das metas previstas para o processo de integração serão entregues no primeiro ano. “Nós temos uma equipe bastante experiente. Vamos continuar crescendo e investindo; e investindo o dinheiro que é gerado pela própria empresa. Isso é motivo de muito orgulho para nós”, completa.

A entrevista completa está disponível com exclusividade para os assinantes do novaCana.


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