Investimento

[Entrevista] Vice-presidente da Abiogás: “Usinas nos buscam, mas poderiam vir mais”

Gabriel Kropsch aponta os principais desafios e potencialidades do biogás e do biometano para as sucroenergéticas


NovaCana - 19 mai 2022 - 08:56
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Para Gabriel Kropsch, a tecnologia do biogás ainda precisa ser mais conhecida pelas usinas

Observando um potencial crescente, os produtores de cana-de-açúcar têm investido cada vez mais na fabricação de biogás e na sua purificação para biometano. Geração de energia elétrica, uso do biocombustível em frota própria e venda do gás para fornecedores são os principais destinos dos produtos que nascem dos resíduos da cana, como palha, torta de filtro e vinhaça.

Nos dias 3 e 4 de maio, aconteceu a primeira edição do Geo Day, evento promovido pela Geo Biogás e Tech, para divulgar informações sobre a produção de biogás e biometano no setor sucroenergético. Nesta oportunidade, o vice-presidente da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), Gabriel Kropsch, conversou com o NovaCana sobre as principais estratégias de produção e comercialização destes produtos, o potencial de crescimento para as usinas e os impactos no RenovaBio.

Além disso, durante a sua apresentação, Kropsch detalhou que, dentro do potencial brasileiro de produção de biogás, a maior parte está nas sucroenergéticas, com 57,6%, seguidas por proteína animal (38,9%), produção agrícola (18,2%) e saneamento (6,1%).

A entrevista – publicada originalmente na newsletter NC+, exclusiva para assinantes do portal – pode se lida a seguir. Para acessar, faça seu login.


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