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Financeiro

Sucroenergéticas capitalizadas investem 9,5% a mais em 2018/19 e tendência é de aumento

Enquanto isso, companhias em má situação financeira seguem com dificuldades de cumprir com suas obrigações


novaCana.com - 26 nov 2019 - 09:35

“O setor [sucroenergético] vive um momento diet. Cogeração, biogás, aumento de capacidade de destilação: é tudo, menos açúcar”. A fala de Pedro Fernandes, diretor de agronegócio do Itaú BBA, reflete a situação do setor de açúcar e etanol, que está mais focado em produtos que não o adoçante, o qual vem remunerando cada vez menos os usineiros.

Durante o terceiro encontro Agro e Pauta, ocorrido na última quinta-feira (21), em São Paulo, profissionais do banco se reuniram para apresentar detalhes e perspectivas dos mais diversos setores do agronegócio, inclusive o sucroenergético.

O tema principal tratado pelos analistas foi a disparidade do setor – que, apesar de não ser novidade, está intensificada e se reflete cada vez mais nos indicadores das usinas. Em análise feita pelo banco com 60 sucroenergéticas, correspondendo a mais de 400 milhões de toneladas de moagem de cana, é possível notar a heterogeneidade dos resultados.

O estudo divide o setor em quatro grandes grupos, dos mais capitalizados aos com mais dificuldades financeiras.

No texto completo, saiba mais sobre as perspectivas do Itaú BBA para cada um destes grupos que compõem o setor sucroenergético.


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