Financeiro

Ranking de excelência: As dez melhores empresas do setor sucroenergético em 2019

Desbancando a Copersucar, São Martinho ocupa a primeira colocação em análise que envolve oito critérios


NovaCana - 24 nov 2020 - 07:48 - Última atualização em: 07 dez 2020 - 12:13

Daqui a alguns anos, aquele que analisar o setor sucroenergético em 2019 e, em seguida, em 2020 possivelmente ficará surpreso com a virada que as usinas de açúcar e etanol tiveram que dar para se adaptar às mudanças no mercado.

Se, neste ano, o açúcar se fortaleceu de modo surpreendente, em 2019, o etanol teve produção e consumo recordes, além de preços favoráveis, o que indicava que ele seria a grande estrela de 2020 – o que não se efetivou.

Naquele cenário, a safra 2019/20 foi bastante favorável para as usinas, em especial as que usualmente já entregam bons resultados. Em agosto, o novaCana compilou dados de 14 sucroenergéticas em 20 indicadores e diversas delas registraram melhorias nos dados envolvendo produção, receita líquida e lucro, por exemplo.

Por sua vez, a publicação Valor 1000, do Valor Econômico, compila anualmente o desempenho financeiro das mil maiores companhias brasileiras, ranqueadas por sua receita líquida. O levantamento também destaca as dez melhores empresas de diferentes setores com os melhores resultados consolidados de 2019 a partir de oito critérios avaliados, sendo que cada um deles tem peso diferente conforme sua relevância, chegando a uma nota final

Considerando os critérios adotados pela publicação, em 2019, a São Martinho figurou em primeiro lugar no ranking do setor de açúcar e álcool, com 47 pontos, repetindo a colocação vista em 2017. Em 2018, a companhia caiu uma posição, perdendo para a Copersucar.

Na publicação mais recente, a Copersucar ficou em quarto lugar, com 35 pontos. A empresa ainda é considerada a maior do setor por conta de sua receita líquida, que foi de R$ 29,9 bilhões no período analisado. Já considerando o ranking geral deste indicador, com todos os setores, a empresa caiu da 20ª para a 25ª posição entre 2018 e 2019.

Enquanto isso, no ranking setorial, a Adecoagro e a Jalles Machado subiram uma colocação, ficando em segundo e em oitavo lugares, respectivamente. Já a Tereos perdeu uma posição no ranking em relação ao publicado um ano antes, ficando em quinto.

Confira, na versão para assinantes, o desempenho das sucroenergéticas nos oito critérios analisados:

- Receita líquida (total vendido em milhões de reais)
- Margem Ebitda (Ebitda sobre receita líquida)
- Crescimento sustentável (variação da receita líquida sobre patrimônio ajustado)
- Rentabilidade (lucro líquido sobre patrimônio líquido)
- Margem da atividade (lucro sobre a receita líquida)
- Liquidez corrente (ativo circulante sobre passivo circulante)
- Giro do ativo (receita líquida sobre ativo total)
- Cobertura de juros (Ebitda sobre despesas financeiras)


EXCLUSIVO ASSINANTES

O texto completo desta página está
disponível apenas aos assinantes do site!

VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR



Acompanhe as notícias do setor

Assine nosso boletim

account_box
mail



x