ATUALIZAÇÃO (25/09, às 9h): A Usina Coruripe contestou os valores apresentados e o texto foi alterado para apresentar o novo valor.
Crescimentos na receita, no lucro líquido e no Ebitda, ainda mais quando acompanhados da redução do endividamento oneroso, são belos motivos para uma companhia comemorar. Em 2016, as companhias sucroenergéticas que fazem parte da elite do setor conseguiram aproveitar muito bem os efeitos positivos da melhora nos preços internacionais do açúcar e da vantagem cambial – e isso ficou evidente em seus resultados financeiros.
O resultado de um levantamento anual, listou as 34 maiores empresas sucroenergéticas, entre as maiores empresas do país. Dessas, 31 registraram aumento de receita líquida na comparação com 2015 (apenas uma registrou queda e outras duas não apresentaram os dados para comparação).
Resultados das 34 maiores empresas sucroenergéticas em 2016:
- Receita líquida
- Lucro líquido
- Ebitda
- Endividamento oneroso
Entre as maiores receitas está a da Copersucar, que comercializa a produção de 35 usinas, pertencentes a 20 grupos. Em 2016, a trading recebeu R$ 28,27 bilhões – um aumento de 7,4% em relação aos R$ 26,32 bilhões registrados em 2015. Na sequência, estão alguns dos maiores grupos controladores de usinas do país: Tereos Internacional, Biosev, Odebrecht Agroindustrial, Lincoln Junqueira, Usina Santa Terezinha, São Martinho, Usina Coruripe, Zilor e Adecoagro.
Porém, entre estas maiores, os resultados da Biosev e Odebrecht devem ser olhados com mais cuidado.
A reportagem a seguir detalha em diversos gráficos e tabelas a seguir o levantamento. Incluindo o evolutivo dos indicadores dessas empresas desde 2011.
De maneira geral, entretanto, o setor pode comemorar o fato do conjunto de suas maiores empresas ter registrado lucro – e não prejuízo –, algo que não acontecia desde 2012.






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