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Com etanol e açúcar dando prejuízo, cogeração salva as usinas em 2018/19

Queda na produtividade, preços do açúcar deprimidos e aumento no valor dos insumos são alguns dos fatores que mais influenciaram os custos das sucroenergéticas em 2018/19


novaCana.com - 08 ago 2019 - 11:01

Os custos de produção das sucroenergéticas do Centro-Sul estão mais elevados a cada safra. Desde a produção da cana aos gastos de processamento industrial, e até mesmo às despesas com vendas, cada fase do processo tem pesado cada vez mais no bolso dos usineiros.

As motivações são variadas. Na safra 2018/19, conforme um estudo do Instituto de Pesquisa e Educação Continuada em Economia e Gestão (Pecege), a situação se agravou por conta dos menores preços internacionais do açúcar e da queda na produtividade dos canaviais.

O documento ainda aponta que as despesas com a produção da cana própria estão mais altas do que os custos dos fornecedores, que enfrentaram prejuízo na temporada.

Com isso, fica evidente a dificuldade do setor para a diluição de custos – nos canaviais e na indústria –, já que grande parte deles são fixos.

Segundo o relatório, feito com base em valores de abril a dezembro de 2018, o que tem tirado a corda do pescoço das usinas é a comercialização de bioeletricidade. Além dela, a venda de subprodutos como o bagaço também ajudou a suavizar a deterioração dos resultados financeiros.

Confira, na versão completa, gráficos com as seguintes informações:

- Custos de produção da cana-de-açúcar das usinas no Centro-Sul em 2018/19
- Custos de produção agroindustrial das usinas no Centro-Sul em 2018/19
- Custos de produção e preços da bioeletricidade das usinas no Centro-Sul em 2018/19
- Margens econômicas do açúcar e do etanol, incluindo variação por tipo de produto
- Detalhes da amostragem

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