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Financeiro

Comparativo de 25 setores traz melhora no desempenho econômico das sucroenergéticas


novaCana.com - 06 nov 2019 - 10:23

As mudanças observadas na política brasileira nos últimos anos têm gerado altos e baixos nos resultados de empresas de diversos setores da economia. De 2016 para cá, em geral, o clima é de atenção, mas houve um certo respiro em relação às possibilidades de aperto financeiro.

O setor sucroenergético, em particular, vem passando por um período de cautela. Após anos de forte crise econômica e baixos investimentos nos canaviais, a produtividade no campo segue sendo um gargalo. Com isso, a interferência do clima é sentida com bastante impacto, especialmente nos canaviais mais velhos, que são a realidade da maior parte do país.

De forma mais ampla, os desafios e alentos de vários setores da economia do país – inclusive do sucroenergético – são demonstrados nos resultados divulgados pelo Valor 1000. A publicação traz uma relação dos resultados financeiros das mil empresas de maior receita líquida do país.

A partir destes dados, o novaCana reuniu os desempenhos médios dos 25 setores da economia contemplados, comparando o resultado financeiro da elite sucroenergética com as maiores companhias de outros ramos por meio de oito indicadores.

Na análise mais recente, referente a 2018, o setor de açúcar e etanol apresentou resultados médios um pouco superiores frente ao ano anterior, melhorando seus números em três indicadores – contra apenas um na comparação entre 2016 e 2017.

Ainda assim, as companhias estão acima da média em apenas três deles, os mesmos da análise anterior: margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), liquidez corrente e giro do ativo. Estes resultados podem indicar uma preocupação das usinas na melhora de seus resultados operacionais.

Além disso, observando os indicadores restantes, as companhias do setor perderam posições em quatro deles e mantiveram em um, tendo registrado valores bem abaixo da média.

Confira o resultado das 39 maiores companhias sucroenergéticas em oito indicadores. As empresas consideradas para os cálculos foram (em ordem alfabética): Adecoagro, Atvos, Balbo, Barralcool, Batatais, Bazan, Bevap Bioenergia, Biosev, Bunge, Cerradinho Bioenergia, Clealco, CMAA, Cocal, Companhia Agrícola Colombo, Colombo, Copersucar, Coruripe, Da Mata Açúcar e Álcool, Delta Sucroenergia, Ferrari Agroindústria, Goiasa, Iaco Agrícola, Ipiranga Agroindustrial, Jalles Machado, Lincoln Junqueira, Maringá, Melhoramentos, Nardini, Olho D'Água, Santa Adélia, Santa Fé, Santa Isabel, Santa Terezinha, São João, São Manoel, São Martinho, Tereos Internacional, Usina da Pedra e Zilor.


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