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[Retrospectiva 2021] Relembre as principais notícias do ano para o setor sucroenergético

Seleção de reportagens relembra os acontecimentos fundamentais do ano


NovaCana - 21 dez 2021 - 08:36 - Última atualização em: 24 nov 2022 - 10:49

A partir de amanhã, 22, a equipe do NovaCana entrará em recesso de fim de ano – com retorno marcado para 10 de janeiro de 2022. Neste período, os leitores podem relembrar alguns dos momentos mais marcantes de 2021 por meio da nossa página especial de fim de ano, que traz um resumo do período.

Além disso, a edição de 9 de dezembro da newsletter NC+, enviada com exclusividade aos assinantes, trouxe uma retrospectiva dos últimos meses. Agora, este texto é compartilhado com todos os nossos leitores, como uma demonstração de carinho por aqueles que nos acompanharam ao longo do ano.

Em janeiro, o assunto era o RenovaBio. Com o primeiro ano do programa recém-concluído, fizemos um balanço do mercado de créditos de descarbonização apontando que nem todas as distribuidoras cumpriram suas metas, o que foi posteriormente confirmado. Já a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou os objetivos preliminares para o novo ano. Ainda em relação ao programa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aproveitou o momento para lançar uma linha de financiamento voltada às usinas certificadas.

Além disso, outros temas que se tornariam relevantes ao longo do ano já apareciam, como a possibilidade de aumento no preço dos combustíveis, até então estimada em 10%. Para completar, São Paulo queria aumentar o ICMS sobre estes produtos, alimentando atritos com o governo federal.

Do lado das usinas, as palavras-chaves eram diversificação e sustentabilidade. A Raízen começava a exportar pellets pelo porto de Paranaguá (PR) e a São Martinho levantava recursos para investir em etanol de milho, enquanto a FS Bioenergia apostava em emissões verdes e a Jalles Machado lançava sua oferta inicial de ações (IPO).

Para completar, o mês ainda foi marcado pela compra da Biosev pela Raízen. Até aquele momento, no entanto, tratava-se de uma “potencial transação”, que dependia de análise do Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade).


Por mais que a entressafra de cana prosseguisse em fevereiro, as primeiras estimativas para 2021/22 já previam queda na moagem por conta da seca e dos incêndios vistos em 2020.

Ainda assim, os grandes assuntos eram o ICMS e a alta no preço dos combustíveis. Logo no começo do mês, Jair Bolsonaro defendeu suas ideias para o imposto e fez reuniões com a Petrobras. Ele retomou o discurso do ICMS fixo e, depois de um ano de promessas, enviou um projeto ao Congresso propondo mudanças na tributação.

Entre as sucroenergéticas, os temas em voga eram o IPO da Jalles Machado, que levantou mais de R$ 740 milhões, e a confirmação da compra da Biosev pela Raízen – o NovaCana aproveitou a ocasião para detalhar as finanças da gigante sucroenergética em 35 gráficos. Por sua vez, a São Fernando era novamente colocada à venda, em um processo que ainda não foi concluído.

Ainda em fevereiro, o NovaCana mudou sua identidade visual, abandonando o verde para dar lugar ao azul.


Na sequência, em março, o leilão da São Fernando divulgou as propostas recebidas, embora a definição de um vencedor ainda fosse demorar.

No mercado de combustíveis, os reajustes da Petrobras já promoviam uma alta acumulada de 50% sobre o preço da gasolina. Por sua vez, o NovaCana explorou a exportação de açúcar, mostrando tanto quais foram as sucroenergéticas que mais venderam a commodity quanto as tradings que mais compraram, além de trazer um panorama sobre as exportações via contêiner.

No campo, o Censo dos Canaviais demonstrou o aumento na diversidade de cultivares e a pesquisa de intenção de plantio apontava para uma manutenção dessa tendência – ambos os dados são do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). Entretanto, uma preocupação começava a crescer: o aumento nos custos. A expectativa do Instituto de Pesquisa e Educação Continuada em Economia e Gestão (Pecege) era de uma ampliação de 9,5% nos gastos em 2021/22.


O início oficial da safra 2021/22, em abril, veio com a confirmação dos números de 2020/21 e com a perspectiva de que o etanol anidro se tornava consideravelmente mais vantajoso que o hidratado para as usinas – inclusive, o biocombustível já deixava de ser competitivo nos postos. Para completar, Joaquim Silva e Luna assumiu a Petrobras após a indicação ser anunciada por redes sociais.

Além disso, a venda direta de etanol das usinas aos postos voltou a ganhar os holofotes. Enquanto a ANP reclamou da falta de uma solução para a cobrança de impostos, um projeto de decreto legislativo avançou na Câmara e o ministro Bento Albuquerque (MME) prometeu uma regulamentação para os próximos dias, o que não aconteceu. Por aqui, nós relembramos a discussão sobre a tributação monofásica e suas implicações.

De olho no mercado internacional, o NovaCana fez um levantamento de perspectivas sobre o balanço global de açúcar, mostrando que as estimativas de superávit para 2020/21 (outubro a setembro) estavam se transformando em déficit.

Entretanto, a situação das usinas nacionais trazia preocupações. Por mais que os primeiros resultados financeiros apontassem para uma série de lucros, a pressão dos credores começou a abalar o Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), o CTC decidiu suspender seu pedido de IPO por conta de condições de mercado e a captação de recursos junto ao BNDES registrou queda.

O mês ainda marcou a estreia da NC+, nossa newsletter exclusiva para assinantes. Além dela, o NovaCana também passou a enviar dois boletins de notícia com objetivos e periodicidades distintas: o NC Diário, que é enviado de terça a sexta com tudo o que acontece no setor sucroenergético; e o NC Selecionadas, disparado às segundas com as principais novidades da semana.


Em maio, o setor começou a entender sua nova realidade, comparando os primeiros números da temporada com os da safra anterior, que foi fortemente afetada pela pandemia de covid-19. O consumo, em especial, registrou recuperação, mas houve perda de mercado para a gasolina; já os estoques estavam menores, refletindo a priorização do açúcar e os bons preços do adoçante.

Com isso, o preço do anidro subiu e começaram a surgir preocupações sobre o abastecimento. A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) até mesmo sugeriu a redução do percentual da mistura de etanol anidro à gasolina para 18%. A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) e o Fórum Nacional Sucroenergético (FNS), por sua vez, garantiam que a oferta seria suficiente.

Mas o grande destaque do mês foi o início dos preparativos para o IPO da Raízen, inclusive com apresentações para investidores internacionais e a garantia da Cosan de que tudo estaria pronto em breve – a companhia ainda divulgou um lucro de R$ 439,8 milhões em 2020/21. Nós aproveitamos o momento e trouxemos um panorama sobre como o processo de IPO da Jalles Machado foi realizado.

Por sua vez, a Millenium ganhou o leilão pela usina São Fernando. Entretanto, as exigências do juiz para o pagamento acabaram se mostrando uma dificuldade para a companhia especializada em etanol de milho.

Além disso, dando continuidade aos trâmites já iniciados, a venda direta de etanol foi aprovada na Câmara – mas sua apreciação pelo Senado acabou travada. Ao mesmo tempo, o governo já sinalizou que faria uma medida provisória para solucionar a questão tributária, o que acabou acontecendo (ainda que apenas meses depois).

Por fim, o NovaCana reuniu 22 projeções para a safra 2021/22. Neste momento, a perspectiva de queda na moagem ficou ainda mais evidente – o que foi reforçado em uma comparação destes números com a pesquisa realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) junto às usinas.


Em junho, o mercado de etanol parecia estar com sua linha de tendência definida. Os dados de consumo comprovaram uma perda de mercado para a gasolina. Entretanto, enquanto as vendas de anidro cresceram 35%, a produção subiu apenas 11,3% – mas o MME afirmou que o abastecimento estava garantido. De qualquer modo, os estoques apertados levaram a elevações nos preços.

Já no mercado de energia, os preços à vista estavam disparados por conta da crise hídrica que assola o país. A Unica, então, começou a tratar publicamente sobre o protocolou seu pedido de IPO na geração, em uma campanha para estimular novas contratações.

A Raízen, por sua vez, finalmente protocolou seu pedido de IPO. A expectativa era alcançar um dos maiores valores da história da B3, captando até R$ 13 bilhões, com uma avaliação de cerca de R$ 100 bilhões. Antes mesmo do IPO, a companhia anunciou que deveria construir uma nova planta de etanol de segunda geração. E o NovaCana aproveitou o momento para fazer um panorama de todas as sucroenergéticas que já entraram ou pretendem entrar na bolsa de valores.

Em contrapartida, os grupos Virgolino de Oliveira e Araporã Bioenergia acabaram pedindo recuperação judicial. Já a Millenium não cumpriu os requisitos para compra da São Fernando e protocolou um embargo; para completar, a AGF – que havia sido excluída do leilão – tentou barrar as negociações.

Em uma nota mais positiva, a Batatais comprou a Cevasa. Outros investimentos de destaque anunciados no mês incluíram a aplicação de R$ 250 milhões pela FS Bioenergia para ter uma usina com emissões de carbono negativas; e a Cerradinho destinou R$ 206 milhões para expandir sua capacidade de produção de etanol de milho.

Internacionalmente, a Índia decidiu antecipar suas metas referente à mistura de etanol à gasolina, chegando aos 20% até 2023. O NovaCana, então, se debruçou sobre um relatório do BTG Pactual que analisava o impacto dessa medida para o mercado global de açúcar.


O mês de julho já começou com novidades. O NovaCana lançou uma página dedicada exclusivamente ao milho, com acompanhamento de notícias e dados deste mercado.

Neste mesmo mês, a União Nacional do Etanol de Milho (Unem) projetou que o biocombustível do grão pode representar 20% do mercado até 2030. Contudo, os estoques apertados e os problemas climáticos levavam a uma elevação dos preços e ao cancelamento de compras – ainda assim, a Unem não acreditava que a produção de etanol de milho fosse sofrer abalos. As usinas, por sua vez, mantiveram a produção e até mesmo estimularam a reversão de contratos.

A São Martinho, aliás, realizou uma captação de R$ 500 milhões para aplicar em etanol de milho, enquanto a Cerradinho prometeu aplicar R$ 1 bilhão para uma nova unidade em Maracaju (MS). E o NovaCana publicou um levantamento sobre como as sucroenergéticas estão participando do mercado de capitais de dívida.

Contudo, outro desafio climático chega aos canaviais: as geadas. Perspectivas iniciais apontaram que o fenômeno poderia afetar os ciclos 2021/22 e 2022/23, com impacto sobre a produtividade. Do outro lado do mundo, as usinas indianas aproveitaram a incerteza sobre a safra brasileira para fechar contratos.

Para completar, a falta de contêineres no mercado global e o aumento no custo do frete marítimo já preocupavam as exportadoras de açúcar. Com isso, algumas negociações feitas no começo da safra com valores fixos chegaram a ficar impraticáveis.

Por sua vez, a ANP realizou o cancelamento de quatro usinas por conta da ausência de documentos que comprovem regularidade fiscal. Na sequência, a decisão passou a ser questionada na justiça, mas a agência manteve sua postura e seguiu revogando as autorizações.

Já a Raízen passou a acreditar em uma captação um pouco menor em seu IPO, projetando entre R$ 6 bilhões e R$ 7,78 bilhões. Mesmo assim, lotes extras poderiam elevar esse valor para R$ 10 bilhões. Enquanto isso, as reservas de ações tinham começado.

Além disso, o MME colocou em consulta pública as metas decenais do RenovaBio, aumentando o objetivo de 2022 para 35,98 milhões de créditos. E a ANP descontou das obrigações das distribuidoras para este ano as aposentadorias de CBios feitas por investidores externos em 2020.

Por fim, com a crise energética nacional, o governo abriu uma chamada emergencial para contratação de térmicas com expectativa de comprar principalmente de usinas a biomassa. O NovaCana preparou um ranking especial, com as usinas que mais geraram energia em 2020. Também conversamos com o CEO da Geo Energética sobre o potencial do biogás neste cenário.


Em agosto, o IPO da Raízen saiu do papel e levantou R$ 6,9 bilhões, com estrangeiros respondendo por quase 60% do investimento. Segundo os especialistas ouvidos pelo NovaCana, as perspectivas iniciais eram de elevação no valor das ações.

Ainda assim, o principal tema do mês foi outro: a liberação da venda direta de etanol das usinas aos postos, feita por meio de uma medida provisória. O texto foi questionado na justiça por distribuidoras por ter permitido também as chamadas “bombas brancas”; e o NovaCana detalhou quais seriam as mudanças.

Além disso, a USJ entrou em recuperação judicial e a Bioenergia do Brasil foi colocada em leilão. Por sua vez, a Ipiranga comprou a Itaiquara, enquanto AGF, Millenium e EGS fizeram um acordo para aquisição da São Fernando. Para completar, a Vibra Energia (antiga BR Distribuidora) fechou uma parceria com a Copersucar, que prevê a comercialização de 9 bilhões de litros de etanol por ano, e outra com a Zeg Biogás, para o mercado de biometano.

Entre as reportagens especiais do mês, destacamos que o Pecege apontou uma elevação de 7,5% nos custos de produção das usinas em 2020/21. Além disso, detalhamos um relatório da Climate Bonds Initiative (CBI) sobre a emissão de títulos verdes pelo setor sucroenergético.


A perda de moagem causada por secas, geadas e incêndios em 2021/22 foi calculada pela Unica em 75 milhões de toneladas. Entretanto, na média de 27 empresas consultadas pelo NovaCana no começo de setembro, a quebra prevista chegou a 78 milhões de toneladas.

Na esfera política, o presidente Jair Bolsonaro tentou apelar à justiça para exigir mudanças no ICMS, além de argumentar que a mistura de etanol anidro poderia estar encarecendo a gasolina e de falar que “nada não está tão ruim que não possa piorar””. Em uma tentativa de reduzir os valores nos postos, ele editou uma nova medida provisória, antecipando a venda direta de etanol.

Enquanto isso, a safra começava no Norte-Nordeste e as usinas foram convidadas a participar de uma estratégia ilegal na tentativa de obter melhores preços para o etanol.

Já a ANP optou por cancelar mais quatro unidades por não apresentarem comprovação de regularidade fiscal. As usinas, por sua vez, recorreram à justiça e conseguiram reaver suas autorizações de produção. De maneira geral, a interpretação dos juízes envolvidos foi de que as revogações eram inconstitucionais.

Por sua vez, a usina de etanol de milho da Inpasa em Sinop (MS) recebeu uma nova autorização, ampliando sua capacidade de produção diária para até 3 milhões de litros de hidratado e 3 milhões de litros de anidro. Já a FS Bioenergia confirmou o plano de construir quatro novas unidades; a Raízen firmou uma parceria com a Yara para a venda de biometano; e o leilão da Bioenergia do Brasil foi postergado.


Outubro começou com as termelétricas a biomassa de cana liderando as vendas no leilão de energia A-5, com entrega prevista para 2026. Ainda assim, as atenções pareceram estar voltadas para os combustíveis. Enquanto o etanol registrou o pior nível de competitividade desde janeiro de 2017, a gasolina acumulou uma alta anual de 74%

O assunto levou os rivais Lula e Jair Bolsonaro a chegarem à conclusão de que mudanças seriam necessárias. O petista defendeu o controle de preços pelo governo e o atual presidente afirmou que o governo estudava mudanças. Para o presidente da Petrobras, por sua vez, a manipulação dos valores levaria a desabastecimento no mercado de combustíveis – embora a estatal eventualmente admitisse que não daria conta da demanda em novembro.

Em outra tentativa de baixar os preços nas bombas, o presidente da Câmara, Arthur Lira, chegou a uma nova proposta quanto ao ICMS: o imposto estadual passaria a incidir sobre o valor médio dos últimos dois anos. Embora a alteração não agradasse totalmente Jair Bolsonaro, esta foi a versão aprovada em plenário e que seguiu para apreciação do Senado. Na sequência à votação, os governadores tentaram articular uma ação contra o projeto e, em um movimento estratégico, optaram por congelar o imposto por 90 dias.

Além disso, o RenovaBio também voltou à pauta. Enquanto o CNPE aprovava as novas metas decenais do programa, a discussão sobre o repasse do valor dos CBios aos produtores de matéria-prima era debatida na Câmara.

Entre as reportagens especiais do NovaCana publicadas no mês, dou destaque para o ranking das 100 cidades que mais produziram cana em 2020. Além disso, os resultados operacionais e financeiros de 33 sucroenergéticas foram analisados sob a ótica de 20 indicadores.


Com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), novembro foi um mês voltado para a sustentabilidade e transição energética. A princípio, o Brasil falou em redução de 50% das emissões, posteriormente enfatizando a participação dos biocombustíveis nesse plano – ainda que sem muitos detalhes. Quem também tratou sobre a importância dos combustíveis renováveis, desta vez em um contexto global, foi o World Energy Outlook.

Ao mesmo tempo, diversas usinas no Centro-Sul já começavam a encerrar a moagem de 2021/22, adiantando o início da entressafra. Raízen e Atvos aproveitaram a ocasião para comentar como devem recuperar seus canaviais. Já a Tereos reforçou que os estoques de etanol serão suficientes para os próximos meses – mesmo assim, distribuidoras pleitearam o fim do imposto de importação do biocombustível, o que foi contestado por usinas da região Norte-Nordeste.

Além disso, o NovaCana fez um levantamento de como estará a oferta global de açúcar em 2021/22 (outubro a setembro). A média das 17 empresas especializadas consultadas apontou para um déficit de 1,52 milhões de toneladas em relação ao consumo no mesmo período. Com este cenário, a Organização Mundial do Açúcar (ISO) também apostou em alta nos preços da commodity.

Por sua vez, a MP da venda direta de etanol foi aprovada pelo Senado. Entre as principais mudanças realizadas durante a tramitação está a retirada da possibilidade de os postos vinculados a distribuidoras terem “bomba branca”.

Já a ANP seguiu com sua estratégia de revogar usinas que não comprovaram regularidade fiscal, apenas para ter que ceder a decisões judiciais contrárias. Além disso, a agência também reduziu o número de casas decimais nos preços vistos nos postos e liberou o delivery de combustíveis – uma medida que não deve afetar os preços.

Outro assunto abordado foi o Fiagro, que traz novas oportunidades de captação de recursos para as sucroenergéticas. Falando em investimentos: a FS confirmou que sua terceira unidade será em Primavera do Leste (MT) e anunciou um aporte de R$ 2,3 bilhões; já a Associação das Indústrias Sucroenergéticas de Minas Gerais (Siamig) declarou que, embora o momento seja propício para investir em biogás, as usinas não têm recursos.

Por fim, a justiça negou um pedido da Millenium por mais prazo para a compra da usina São Fernando e é provável que a unidade seja novamente leiloada em 2022.


Dezembro, obviamente, ainda está longe do fim. O mês já começou enfatizando a perda de mercado do etanol no Brasil. Em contrapartida, o biocombustível de milho continua em crescimento e pode ser uma peça-chave para a transição energética nacional. E o RenovaBio já possui um excedente de créditos, garantindo o cumprimento da meta em 2021 e um saldo para 2022.

Além disso, também trouxemos perspectivas de mercado do Pecege: uma análise sobre a importância da diversificação das receitas; e um levantamento dos custos de produção na região Nordeste. Outra novidade foi a primeira parte da nossa série de reportagens sobre o desempenho financeiro das maiores empresas do país. Além disso, trouxemos o ranking de excelência do setor sucroenergético na publicação do Valor 1000.

Renata Bossle - NovaCana

Tags: Milho NovaCana

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