Mesmo que todo o volume leiloado em 2019 tenha sido vendido, petroleira ainda teria mais de 30 milhões de litros de etanol em estoque
Detentora de uma autorização especial da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a comercialização do etanol acumulado nos dutos da Transpetro, a Petrobras já estabeleceu a data do primeiro leilão de 2020: 8 de janeiro.
De acordo com aviso de licitação publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (9), a petroleira pretende comercializar 23,45 milhões de litros de etanol, sendo que 20,75 milhões são de anidro e 2,7 milhões, de hidratado.
A maior parte deste volume está no Rio de Janeiro, com 14 milhões de litros de etanol anidro armazenados na Refinaria Duque de Caxias (Reduc). Segundo o edital do leilão, o volume será dividido em 28 lotes de 500 mil litros, que serão vendidos ao preço mínimo de R$ 87/m³.
Detentora de uma autorização especial da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para a comercialização do etanol acumulado nos dutos da Transpetro, a Petrobras já estabeleceu a data do primeiro leilão de 2020: 8 de janeiro.
De acordo com aviso de licitação publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (9), a petroleira pretende comercializar 23,45 milhões de litros de etanol, sendo que 20,75 milhões são de anidro e 2,7 milhões, de hidratado.
A maior parte deste volume está no Rio de Janeiro, com 14 milhões de litros de etanol anidro armazenados na Refinaria Duque de Caxias (Reduc). Segundo o edital do leilão, o volume será dividido em 28 lotes de 500 mil litros, que serão vendidos ao preço mínimo de R$ 87/m³.
Na sequência, estão os tanques da Transpetro em Barueri (SP), com 3,54 milhões de litros de anidro e 2,7 milhões de litros de hidratado – ambos ao menor preço mínimo do leilão, R$ 44/m³. O volume de anidro será dividido em dez lotes de 320 mil litros e um de 344 mil litros, enquanto o de hidratado terá nove lotes de 300 mil litros.
Tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, o etanol será bombeado pela Petrobras para uma de suas bases interligadas – BR Distribuidora, Raízen ou Ipiranga. O comprador, então, será responsável pelos custos e demais procedimentos necessários.
Além disso, devem ser vendidos 3,01 milhões de litros de anidro dos tanques da BR Distribuidora em Biguaçu (SC) – divididos em dez partes –, além de um lote único de 198 mil litros, vindos dos tanques da Transpetro em Betim (MG). Nestes casos, o etanol deve ser buscado nos tanques pelo comprador.
Em Minas Gerais, o preço mínimo do etanol será de R$ 80/m³. Já Santa Catarina terá o maior valor inicial do certame, com R$ 117/m³.
Interessados em participar do leilão devem solicitar inclusão à Petrobras até as 17h do dia 31 de dezembro.
Etanol em estoque
A autorização e o despacho da ANP que permitiram que Petrobras comercializasse etanol se referem a estoques que, até então, somavam 80,09 milhões de litros de etanol. Os documentos também colocaram regras referentes ao volume máximo a ser vendido por vez em diferentes estados do país.

Entre agosto e outubro deste ano, a Petrobras realizou cinco leilões, que totalizaram 45,5 milhões de litros. Caso todo o volume tenha sido vendido, restaria um estoque de 34,6 milhões de litros para 2020.
Já considerando o volume previsto para o primeiro leilão do ano, ainda restariam 11,1 milhões de litros de etanol para futuras vendas da estatal.
Renata Bossle – NovaCana