Etanol: Exportação

Usinas brasileiras não aproveitarão espaço maior do etanol de cana nas novas metas dos EUA, aposta EPA


novaCana.com - 23 mai 2016 - 11:40

Mantendo sua posição de apresentar metas adequadas para as condições do mercado e da indústria, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) divulgou suas perspectivas para o consumo de biocombustíveis no país em 2017. Os novos números, como já era esperado, não agradaram nem a gregos e nem a troianos. Ou seja, as empresas petroleiras acreditam que a participação dos biocombustíveis deveria ser menor, enquanto os fabricantes – especialmente as usinas de etanol de milho – exigem uma participação maior e voltam a referenciar as metas originais, estabelecidas em 2007 e que já sofreram uma série de revisões.

A proposta da EPA, apresentada na última quarta-feira (18), envolve elevar o volume de biocombustíveis que as refinarias do país devem misturar à gasolina em 2017 para 18,8 bilhões de galões [71,16 bilhões de litros]. Esse montante representa um aumento de quase 700 milhões de galões [2,65 bilhões de litros] em relação à exigência para 2016.

A princípio, trata-se uma boa notícia para as usinas brasileiras. No entanto, mesmo com o maior espaço para biocombustíveis avançados, a EPA acredita que o etanol de cana-de-açúcar não conseguirá competir no mercado e terá espaço limitado.

O novaCana apresenta detalhadamente o espaço total que o etanol de cana pode ocupar, a principal aposta da EPA para importação de etanol e os 4 cenários alternativos que a agência trabalha que envolvem diretamente as usinas brasileiras.


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