A nova política de biocombustíveis (RenovaBio) quer contribuir para a descarbonização da atmosfera ao incentivar a produção de combustíveis renováveis. Para isso, ela deve se tornar interessante para os produtores pela possibilidade de gerar rendimentos financeiros com o mercado dos CBios.
Para garantir a participação das usinas – e o atendimento dos seus interesses –, várias entidades contribuíram com comentários e sugestões na consulta pública nº 10/2018, lançada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para regulamentar o programa.
Os comentários da Atvos (antiga Odebrecht Agroindustrial) questionam algumas exigências de certificações ambientais, bem como as obrigações dos produtores e importadores de biocombustíveis, além de pedir por mais agilidade e isonomia no processo.
Conheça os detalhes das solicitações da Atvos na versão completa:
- Posicionamento em relação ao uso de ZAE Cana e CAR
- Mudanças na relação entre usina e fornecedor
- Verificação de informações
- Responsabilidades de produtores e importadores
- Prazos da ANP
- Revisão da calculadora do RenovaBio
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