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Cogeração de energia

Ranking da bioeletricidade: As 100 usinas de cana que mais geraram eletricidade em 2018

O cenário foi de estabilidade, com um aumento anual de apenas 0,05% no volume de eletricidade produzida pelas usinas


novaCana.com - 28 mar 2019 - 09:26 - Última atualização em: 03 abr 2019 - 14:25

Com uma redução na moagem do Centro-Sul na temporada 2018/19, ficou mais caro produzir cana-de-açúcar. Para completar, o açúcar foi marcado pela baixa remuneração e o etanol, mesmo valorizado, não teve forças para gerar lucros substanciais.

Restou às usinas, então, um terceiro produto: a bioeletricidade. Menos volátil em termos de mercado, a expansão da cogeração é também uma promessa para os próximos anos.

Segundo o Programa de Educação Continuada em Economia e Gestão de Empresas (Pecege), em 2018/19, cada tonelada de cana gerou uma receita de R$ 9,95 para as unidades que comercializaram bioeletricidade. O incremento para uma usina média do setor foi de R$ 23,94 milhões na temporada.

Em 2018, 188 usinas usaram biomassa de cana para gerar 21,46 TWh – um aumento quase insubstancial frente a 2017, quando 191 unidades produziram 21,45 TWh (+0,05%). A informação é da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O grupo que encabeçou a lista de cogeração em 2018 foi a Raízen Energia, com uma produção de 2,47 TWh a partir de 15 usinas. Porém, foi a Cerradinho quem ficou em primeiro lugar no desempenho individual. Sozinha, a unidade cogerou 454,71 GWh em 2018, garantindo a primeira colocação pelo segundo ano consecutivo.

Confira, na versão completa:

- Os 50 maiores grupos em cogeração de energia em 2018
- Ranking das 100 usinas que mais produziram energia no ano
- Desempenho detalhado das 25 principais usinas de 2018 e comparativo com 2017
- Panorama da cogeração com biomassa de cana nos últimos três anos

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