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Usinas do Norte-Nordeste poderão exportar cota adicional de açúcar aos Estados Unidos

Com acréscimo de 14,86 mil toneladas, volume total com tarifas reduzidas chega a 171,91 mil

NovaCana 4 min de leitura

Com a definição da segunda cota adicional da temporada, o Brasil poderá exportar mais açúcar aos Estados Unidos a taxas reduzidas. Os embarques devem ser feitos até 31 de outubro.

O volume de 14,86 mil toneladas será somado às 144,41 mil do montante inicial acordado entre os países e às 12,64 mil da primeira cota adicional, definida em julho deste ano. Ao todo poderão ser exportadas 171,91 mil toneladas do adoçante.

As usinas beneficiadas e os volumes atribuídos a cada uma delas foram publicados na última quinta-feira, 9, no Diário Oficial da União. Conforme regras previamente estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o montante será produzido e enviado por unidades do Norte-Nordeste, com parte de uma iniciativa para levar mais previsibilidade para os produtores da região.

Segundo a divisão, Alagoas atenderá a 46,8% da nova cota, com 6,96 mil toneladas. Em seguida Pernambuco será responsável por 30,2% com 4,5 mil toneladas. No total, o volume atribuído a cada estado será, respectivamente, de 80,52 mil e 51 mil toneladas.

A relação completa de usinas participantes do rateio, o volume atribuído a cada uma e mais informações estão disponíveis no texto completo (exclusivo para assinantes).

Com a definição da segunda cota adicional da temporada, o Brasil poderá exportar mais açúcar aos Estados Unidos a taxas reduzidas. Os embarques devem ser feitos até 31 de outubro.

O volume de 14,86 mil toneladas será somado às 144,41 mil do montante inicial acordado entre os países e às 12,64 mil da primeira cota adicional, definida em julho deste ano. Ao todo poderão ser exportadas 171,91 mil toneladas do adoçante.

As usinas beneficiadas e os volumes atribuídos a cada uma delas foram publicados na última quinta-feira, 9, no Diário Oficial da União. Conforme regras previamente estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o montante será produzido e enviado por unidades do Norte-Nordeste, com parte de uma iniciativa para levar mais previsibilidade para os produtores da região.

Segundo a divisão, Alagoas atenderá a 46,8% da nova cota, com 6,96 mil toneladas. Em seguida Pernambuco será responsável por 30,2% com 4,5 mil toneladas. No total, o volume atribuído a cada estado será, respectivamente, de 80,52 mil e 51 mil toneladas.

Também participaram do rateio os estados da Paraíba (723,09 t), Rio Grande do Norte (718,42 t), Bahia (620,12 t), Piauí (439,26 mil t), Sergipe (429,45 t), Pará (290,69 t), Maranhão (121,87 t) e Amazonas (64,42 t), totalizando 35 usinas.

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A nova cota continua seguindo as normas e padrões já definidos pelo Mapa. A divisão de produção é feita a partir da participação de cada usina na safra anterior, de acordo com os valores enviados pelos próprios produtores pelo Sistema de Acompanhamento da Produção Canavieira (SAPCana).

Assim, mantém-se como maiores exportadoras as usinas Coruripe, Central Olho D’Água e Santo Antônio, com 17,48 mil, 10,29 mil e 10,05 mil toneladas, respectivamente.

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Das 15 principais usinas da região que também devem exportar mais açúcar aos EUA, sete são de Alagoas e quatro de Pernambuco. Em seguida, Rio Grande do Norte, Bahia, Piauí e Sergipe contam com uma usina cada.

Segundo dados do Ministério da Economia, entre outubro de 2020 e agosto de 2021, 117,12 mil toneladas de açúcar saíram dos portos nordestinos com destino aos estadunidenses. Contando com outros estados, o total de adoçante enviado ao país norte-americano chega a 362,01 mil toneladas no mesmo período.

Cotas adicionais

Apesar de definir anualmente qual será a cota de exportação de açúcar para cada safra, o governo dos Estados Unidos, a fim de manter um equilíbrio entre a oferta e demanda, pode definir volumes adicionais do adoçante, considerando condições tributárias especiais. Quando isso acontece, são criadas cotas adicionais a serem divididas entre os principais produtores da commodity, entre eles o Brasil.

Durante a temporada 2019/20 foram criadas três cotas adicionais além da preferencial, totalizando 293,8 mil toneladas. Um crescimento de 103,4% ante o acordo inicial.

Até agora, com esta segunda cota de 14,86 mil toneladas, que deverá ser embarcada até o final de outubro, há um crescimento de 18,7% sobre o volume prévio de 144 mil toneladas, acordado em setembro do ano passado.

Giully Regina – NovaCana

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