Com 341,73 milhões de litros, exportações foram 9,3% maiores que as registradas no mesmo período do ano passado
Não são apenas as exportações de açúcar que estão aquecidas. Em agosto deste ano, conforme números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, o Brasil despachou 341,73 milhões de litros de etanol. Este é o maior resultado desde agosto de 2013 – há exatos sete anos –, quando o país comercializou 485,68 milhões de litros.
Na comparação com os 304,34 milhões vistos em julho, o atual volume representa um aumento de 12,3%. Já em relação a agosto do ano passado, quando foram exportados 312,66 milhões de litros, a elevação é de 9,3%.
No acumulado de 2020, o Brasil comercializou 1,45 bilhão de litros do biocombustível – 25,6% a mais que o 1,16 bilhão visto de janeiro a agosto de 2019. Esta é a maior quantia para o período desde 2016, quando o país alcançou 1,47 bilhão de litros.
Ao longo de 2020, a receita com o combustível renovável já somou US$ 660,6 milhões, o que equivale a um crescimento de 7,9% ante os US$ 612,21 milhões vistos no mesmo período de 2019.
Ainda assim, em agosto, especificamente, esta receita foi de US$ 141,17 milhões, 13,3% abaixo dos US$ 162,84 milhões registrados em agosto de 2019. A queda aconteceu principalmente por conta da redução no preço médio do combustível, que passou de US$ 520,81/m³ em agosto de 2019 para US$ 413,11/m³.
Entretanto, é preciso considerar a maior desvalorização do real frente ao dólar, o que tem estimulado as exportações. Ao final de agosto de 2019, a moeda norte-americana era negociada a R$ 4,1379; um ano depois, este valor passou a ser R$ 5,4707 – 32,2% a mais.


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Não são apenas as exportações de açúcar que estão aquecidas. Em agosto deste ano, conforme números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, o Brasil despachou 341,73 milhões de litros de etanol. Este é o maior resultado desde agosto de 2013 – há exatos sete anos –, quando o país comercializou 485,68 milhões de litros.
Na comparação com os 304,34 milhões vistos em julho, o atual volume representa um aumento de 12,3%. Já em relação a agosto do ano passado, quando foram exportados 312,66 milhões de litros, a elevação é de 9,3%.
No acumulado de 2020, o Brasil comercializou 1,45 bilhão de litros do biocombustível – 25,6% a mais que o 1,16 bilhão visto de janeiro a agosto de 2019. Esta é a maior quantia para o período desde 2016, quando o país alcançou 1,47 bilhão de litros.
Ao longo de 2020, a receita com o combustível renovável já somou US$ 660,6 milhões, o que equivale a um crescimento de 7,9% ante os US$ 612,21 milhões vistos no mesmo período de 2019.
Ainda assim, em agosto, especificamente, esta receita foi de US$ 141,17 milhões, 13,3% abaixo dos US$ 162,84 milhões registrados em agosto de 2019. A queda aconteceu principalmente por conta da redução no preço médio do combustível, que passou de US$ 520,81/m³ em agosto de 2019 para US$ 413,11/m³.
Entretanto, é preciso considerar a maior desvalorização do real frente ao dólar, o que tem estimulado as exportações. Ao final de agosto de 2019, a moeda norte-americana era negociada a R$ 4,1379; um ano depois, este valor passou a ser R$ 5,4707 – 32,2% a mais.


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