No total, foram rateadas 154 mil toneladas curtas de açúcar entre 40 usinas de 10 estados da região Norte-Nordeste
Depois de enfrentar o descontentamento de algumas usinas no ano passado e precisar refazer o rateio, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou a divisão da cota de exportação de açúcar aos Estados Unidos para a safra 2016/17 (outubro a setembro). O cálculo foi realizado a partir do valor do Açúcar Total Recuperável (ATR) apresentado pelas usinas, em detrimento do volume total produzido do adoçante.
No total, foram rateadas 154 mil toneladas curtas de açúcar entre 40 usinas de 10 estados da região Norte-Nordeste. Entre as principais mudanças na relação de usinas está a ausência de sete unidades, todas paradas por dificuldades financeiras, e a inclusão de duas usinas.

Veja a seguir os detalhes e lista completa das usinas que entraram e sairam.

Depois de enfrentar o descontentamento de algumas usinas no ano passado e precisar refazer o rateio, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realizou a divisão da cota de exportação de açúcar aos Estados Unidos para a safra 2016/17 (outubro a setembro). O cálculo foi realizado a partir do valor do Açúcar Total Recuperável (ATR) apresentado pelas usinas, em detrimento do volume total produzido do adoçante.
No total, foram rateadas 154 mil toneladas curtas de açúcar entre 40 usinas de 10 estados da região Norte-Nordeste. O valor é inferior às 160,6 mil toneladas curtas vistas no ano passado que, posteriormente, foram complementadas por uma cota adicional de 13,1 mil toneladas. O açúcar exportado dentro da cota terá isenções tarifárias concedidas pelo governo dos Estados Unidos.
Para seus cálculos, o Mapa manteve a participação dos estados já aplicada em safras anteriores. Assim, Alagoas continua com a maior participação do volume total exportado (46,41%), sendo seguido por Pernambuco (38,41%). Na sequência, estão Rio Grande do Norte e Paraíba, ambos com 4,06%; Bahia (3,69%); Sergipe (1,69%); Piauí (0,70%); Amazonas (0,39%); Maranhão (0,32%); e, por fim, Pará (0,27%).
Dentro dos estados, contudo, a participação de cada usina é determinada pelo ATR total da safra 2015/16. Os valores foram informados pelas próprias usinas por meio do Sistema de Acompanhamento da Produção Canavieira (SAPCana).

Entre as principais mudanças na relação de usinas está a ausência de sete unidades, todas paradas por dificuldades financeiras. Dessas, três delas estão localizadas em Alagoas (Cia. Açucareira Caprichoso, Leão Irmãos Açúcar e Álcool e Triunfo), três em Pernambuco (Cachool, Cia. Agro Industrial de Goiana e Interiorana Serviços e Construções) e uma na Bahia (União Industrial Açucareira).
Além disso, a relação inclui duas novas unidades. Uma é a Copervales, que assumiu a Unidade Uruba, do Grupo João Lyra, em Alagoas. A segunda é a tradicional Usina Ribeirão, de Pernambuco.

Renata Bossle – NovaCana