NovaCana

Hidrogênio com pegada de carbono negativa é oportunidade para as sucroenergéticas

Executivo da Neuman & Esser explica aposta da companhia na transformação do etanol de cana-de-açúcar em hidrogênio

NovaCana 7 min de leitura

Com a aprovação e a sanção do Programa de Desenvolvimento do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono (PHBC) e de seus incentivos relacionados, no valor de R$ 18,3 bilhões, as companhias brasileiras passaram a olhar com ainda mais atenção para as possibilidades do hidrogênio verde. No caso das sucroenergéticas, embora a tecnologia ainda não esteja consolidada, a produção deve acontecer principalmente por meio da transformação do etanol ou do biometano.

O gerente de vendas e aplicação da Neuman & Esser, Rafael Serpa, confirma que há um interesse das empresas de açúcar e etanol, inclusive com acordos de confidencialidade já firmados com a fabricante de maquinários. “Os reformadores são equipamentos que geram hidrogênio a partir da reforma de hidrocarbonetos, as cadeias de hidrogênio e carbono. O etanol é um hidrocarboneto, então, temos contato com indústrias”, explica.

Conteúdo exclusivo para assinantes

Assine o NovaCana para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.

Assine agora

Já é assinante? Entrar

Compartilhar: