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Fórum Nacional Sucroenergético entra em nova fase

Novo presidente da entidade, André Rocha, quer segurança jurídica e rentabilidade para viabilizar novos investimentos
- NovaCana - 2 min de leitura
Depois de existir informalmente por nove anos, o Fórum Nacional Sucroenergético (FNS) passou a ter status de entidade formal de representação do setor no último dia 24.

O primeiro compromisso oficial de Rocha acontece hoje em reunião no MME da Mesa Tripartite do etanol.

O presidente executivo do Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg), André Rocha, e o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar/PE), Renato Cunha foram escolhidos como presidente e vice-presidente do Fórum, respectivamente. O primeiro compromisso oficial de Rocha acontece hoje (31) em reunião no MME da Mesa Tripartite do etanol.

Em breve entrevista ao portal NovaCana, André Rocha contou que a eleição foi construída em um consenso entre os representantes das 16 entidades de 15 estados produtores de açúcar, etanol e bioenergia, "de forma que houve uma chapa única".

O novo presidente destacou ainda a importância da entidade até agora, mesmo atuando informalmente. "Ele [o Fórum] contribuiu para uma aproximação entre as várias entidades que o compõem", disse. De acordo com o representante do Sifaeg, além da rede de contatos e da troca de informações entre as instituições representadas, desde o princípio o Fórum foi reconhecido pelo governo, participando, com ele, dos diálogos sobre o setor.

A formalização vem então para fortalecer a entidade. "É uma oportunidade para o setor, como entidade formalizada, participar da discussão sobre nosso papel na matriz energética e sobre políticas públicas transparentes", declarou Rocha. Para ele, estas discussões precisam ser conduzidas de maneira que as decisões deem segurança aos investidores.

Sobre os desafios da indústria sucroenergética, o novo presidente não hesitou: "O principal desafio do setor é voltar a ter competitividade". Rocha deixou clara a linha de pensamento do FNS, segundo a qual a culpa pela falta de competitividade do setor está ligada às politicas adotadas pelo governo. Para ele, ainda é preciso garantir segurança jurídica aliada a uma rentabilidade, permitindo novos investimentos", os quais devem gerar empregos e renda no interior do país.

Vivian Faria – NovaCana
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