País despachou 3,47 milhões de toneladas da commodity; no acumulado do ano, volume chega a 17,89 milhões
Antes mesmo do fim de agosto, números preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, já indicavam que a exportação mensal de açúcar seria superior à registrada no mesmo período do ano passado. Agora, os números consolidados demonstram uma exportação de 3,47 milhões de toneladas.
O valor, divulgado esta semana pela Secex, corresponde a 3,07 milhões de toneladas de açúcar bruto e 405,32 mil toneladas do produto refinado.
No total, o montante é 5% maior que as 3,31 milhões de toneladas registradas em julho deste ano. Já na comparação com as 1,59 milhão vistas em agosto de 2019, a elevação fica ainda mais evidente: 118,8%. Além disso, este é o maior resultado desde setembro de 2017, quando foram despachadas 3,5 milhões de toneladas.
No acumulado de janeiro a agosto de 2020, as exportações brasileiras de açúcar já somam 17,89 milhões de toneladas. Este montante é 64% superior ao visto no mesmo período do ano passado, quando o total era de 10,91 milhões.
Ainda conforme os números divulgados, o açúcar bruto foi comercializado a um preço médio de US$ 268,85/t, enquanto o refinado foi vendido a US$ 334,80/t. Considerando todo o volume, por sua vez, o preço médio foi de US$ 276,55/t.
Na comparação com agosto de 2019, houve uma queda de 5,4% no valor em dólar. Ainda assim, o maior volume propiciou que a receita do setor fosse 107,02% maior, chegando a US$ 959,98 milhões. No acumulado do ano, por sua vez, a receita é de US$ 5,04 bilhões – 58,8% acima da vista no período anterior.
Para justificar este acréscimo, além dos maiores volumes exportados, também é preciso considerar a maior desvalorização do real frente ao dólar, que tem estimulado as exportações de açúcar.


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Antes mesmo do fim de agosto, números preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia, já indicavam que a exportação mensal de açúcar seria superior à registrada no mesmo período do ano passado. Agora, os números consolidados demonstram uma exportação de 3,47 milhões de toneladas.
O valor, divulgado esta semana pela Secex, corresponde a 3,07 milhões de toneladas de açúcar bruto e 405,32 mil toneladas do produto refinado.
No total, o montante é 5% maior que as 3,31 milhões de toneladas registradas em julho deste ano. Já na comparação com as 1,59 milhão vistas em agosto de 2019, a elevação fica ainda mais evidente: 118,8%. Além disso, este é o maior resultado desde setembro de 2017, quando foram despachadas 3,5 milhões de toneladas.
No acumulado de janeiro a agosto de 2020, as exportações brasileiras de açúcar já somam 17,89 milhões de toneladas. Este montante é 64% superior ao visto no mesmo período do ano passado, quando o total era de 10,91 milhões.
Ainda conforme os números divulgados, o açúcar bruto foi comercializado a um preço médio de US$ 268,85/t, enquanto o refinado foi vendido a US$ 334,80/t. Considerando todo o volume, por sua vez, o preço médio foi de US$ 276,55/t.
Na comparação com agosto de 2019, houve uma queda de 5,4% no valor em dólar. Ainda assim, o maior volume propiciou que a receita do setor fosse 107,02% maior, chegando a US$ 959,98 milhões. No acumulado do ano, por sua vez, a receita é de US$ 5,04 bilhões – 58,8% acima da vista no período anterior.
Para justificar este acréscimo, além dos maiores volumes exportados, também é preciso considerar a maior desvalorização do real frente ao dólar, que tem estimulado as exportações de açúcar.


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