Entre as iniciativas colocadas em prática para reduzir a pegada de carbono da companhia está uma plataforma de inteligência artificial
“Assumimos o compromisso de sermos NetZero até 2035 e estamos focados no cumprimento deste objetivo para contribuir com a matriz energética do Brasil e do mundo”. Esta frase, presente no texto que abre a edição de 2023 do relatório de sustentabilidade da Uisa (antiga Usinas Itamarati), parece direcionar toda a atuação do gerente de sustentabilidade da sucroenergética, Caetano Grossi.
Em entrevista ao NovaCana, ele comentou o mais recente anúncio da companhia – a adoção de uma plataforma de inteligência artificial para a quantificação e monetização do carbono estocado no solo – e colocou a nova tecnologia em um contexto mais amplo.
Segundo Grossi, a Uisa possui quatro grandes projetos visando zerar suas emissões de dióxido de carbono (CO2), ou seja, atingir o marco do NetZero. São eles: captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês); bioenergia com captura e armazenamento de carbono (BECCS); redução de emissões decorrentes do desmatamento e da degradação de florestas (REDD); e a melhoria na classificação da companhia dentro dos parâmetros do programa RenovaBio.
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