Com a aproximação da data limite para entrega dos objetivos pelas distribuidoras, preço dos títulos volta a subir
Com o fechamento da segunda quinzena de outubro, as distribuidoras de combustíveis têm exatamente dois meses para o cumprimento de suas metas do RenovaBio referentes a 2024. Mas as companhias ainda não estão tão próximas de alcançar os 46,37 milhões de créditos de descarbonização (CBios) que precisam sair de circulação até o final do ano.
O volume, determinado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), considera o objetivo definido pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), de 38,78 milhões de títulos, e os 7,59 milhões de CBios que não foram entregues em 2023.
No dia 31 de outubro, a Bolsa de Valores Brasileira (B3), única entidade registradora do programa, fechou a sessão com 28,47 milhões de créditos em circulação. Do total, 16,26 milhões, ou 57,1%, estavam em posse das distribuidoras.
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