NovaCana

Casa Branca revisa metas para consumo de biocombustíveis para 2014

bomba etanol 060913O prazo legal para a publicação das metas é dezembro e a EPA quer evitar atrasos como o de 2013
NovaCana 2 min de leitura
Depois do atraso de oito meses na entrega do texto final para o Padrão de Combustíveis Renováveis 2013 (RFS, na sigla em inglês), a Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, na sigla em inglês) já entregou à Casa Branca o primeiro rascunho da proposta para 2014. Na reportagem você confere o que é esperado da proposta e o que levou a agência a sugerir mudanças.

Depois do atraso de oito meses na entrega do texto final para o Padrão de Combustíveis Renováveis 2013 (RFS, na sigla em inglês), o qual estabelece as metas de consumo para este ano, a Agência de Proteção Ambiental americana (EPA, na sigla em inglês) já entregou à Casa Branca o primeiro rascunho da proposta para 2014.

O objetivo é que a Casa Branca revise o texto o mais rápido possível para que a proposta possa ser aberta ao público para comentários e esteja pronta até dezembro, prazo legal para a finalização do texto. Este ano, as metas foram estabelecidas apenas em agosto.

Detalhes sobre os novos objetivos de consumo ainda não foram divulgados, contudo espera-se que haja uma diminuição nas metas estabelecidas anteriormente – 18,15 bilhões de galões de biocombustíveis -, já que a EPA acredita que, com a predominância do uso de E10, os Estados Unidos devem atingir a 'parede de mistura' no ano que vem. As refinarias estão relutantes em usar o E15 e E85 e se justificam mencionando preocupação com danos aos motores de veículos mais antigos.

Além disso, a agência prometeu alterar os mandatos para tentar diminuir as crescentes despesas que as refinarias estão tendo devido aos preços dos créditos de biocombustíveis. Contudo, apesar dos pedidos do setor de petróleo americano, a agência não deve revogar completamente o RFS. Dependendo das metas estabelecidas, as refinarias já anunciaram que devem exportar mais gasolina ou produzir menos, reduzindo a oferta do combustível.

Vivian Faria
Com informações da Reuters

Compartilhar: