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Milho

StoneX prevê safra brasileira de milho verão em 26,8 mi t e analisa contexto mundial

Consultoria aponta preocupações quanto ao resultado das colheitas na América do Sul, enquanto Hemisfério Norte vive tensões políticas e demandas elevadas


NovaCana - 21 jan 2022 - 15:34

O mercado de milho ao redor do mundo está sendo marcado por diversos fatores altistas e baixistas. Durante o evento trimestral Perspectivas para Commodities, realizado pela StoneX na última quarta-feira, 19, o analista de inteligência de mercado João Pedro Lopes apresentou os que considera como os mais relevantes.

Além disso, as projeções para os principais produtores – como Brasil, Argentina, Ucrânia e Estados Unidos – também foram apresentadas pelo analista. Alguns pontos levantados foram detalhados em relatório trimestral da StoneX, lançado logo após o evento.

No Brasil, o início do ciclo foi favorável, com os volumes elevados de chuvas e ritmo acelerado do plantio. Por outro lado, a irregularidade nas precipitações vistas nos últimos dois meses afetou de forma considerável a safra de milho de verão na região Sul, de acordo com o analista da StoneX.

Assim, a consultoria reduziu sua expectativa para a primeira safra brasileira, saindo das 30,4 milhões de toneladas previstas em novembro para 26,8 milhões de toneladas. “Por mais que a safra de verão seja bem menor em comparação com a de inverno, ela é de grande importância para a disponibilidade do cereal na primeira metade do ano, especialmente após temporadas marcadas pela quebra da safrinha, como foi 2020/21”, destaca Lopes.

Ele também acredita que a tendência é que os preços permaneçam sustentados pelo menos até a colheita da safrinha 2021/22, que só ocorre na segunda metade do ano.

O analista ainda estima uma segunda safra positiva, com um recorde de 89,1 milhões de toneladas, o que puxaria a produção total também para um recorde de 117,5 milhões de toneladas. “Mas acabamos de começar a plantar, tem muita coisa para acontecer e será importante acompanhar o desenvolvimento da segunda safra ao longo do ano para ter uma percepção melhor do que vai ocorrer com a oferta”, complementa.

De qualquer modo, a perspectiva de maior disponibilidade do grão no segundo semestre gera uma pressão de baixa nos preços, mesmo que o cenário seja bastante incerto.

Confira, na versão completa e restrita para assinantes do NovaCana, mais detalhes sobre os mercados interno e externo do milho brasileiro, perspectivas para os principais produtores mundiais de milho e projeções de preços.


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