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Preço do milho tem alta na B3 e no mercado interno brasileiro


Notícias Agrícolas - 08 jul 2021 - 07:19

A quarta-feira, 7, foi de ganhos para os preços do milho na B3 e de leves baixas na Bolsa de Chicago. Todavia, o dólar voltou a subir frente ao real, fechando o dia com R$ 5,24, e puxou as referências do cereal no mercado físico brasileiro.

Em Ponta Grossa (PR), a alta no valor da saca foi de 1,16%, para R$ 87; em Brasília (DF), de 2,67%, para R$ 77; em São Gabriel do Oeste (MS), de 1,23%, para R$ 82; e em Campinas (SP), de 1%, para R$ 101.

Ainda assim, os negócios permanecem pontuais, com os vendedores retraídos e o produtor atento a algumas alternativas de importação do cereal. “Mas o dólar em alta dificulta a importação, levando o milho americano a R$ 104 por saca; a B3 mostra até R$ 98, base Campinas, justamente porque a referência agora é o importado”, explica o consultor da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze.

Brandalizze Consulting complementa: “Temos pouco espaço para exportar, não temos grandes volumes, a safra veio comprometida e o limitante é o valor do importado”.

Na B3, as altas foram de 1,67% a 2,59%, com o contrato setembro valendo R$ 95,90 e o novembro, R$ 96,59 por saca.

Na bolsa de Chicago (CBOT), os futuros do cereal terminaram o dia pressionados pelas melhores condições de clima sendo esperadas para o cinturão do milho nos próximos dez dias. Os principais contratos terminaram o dia com baixas de 3,5 a 9,25 pontos, levando o contrato julho a US$ 6,52 e o dezembro a US$ 5,31 por bushel.

Carla Mendes


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