Milho

Itaú BBA acredita que produção de etanol de milho tem rentabilidade limitada no momento

Devido à pouca disponibilidade do grão, o banco aponta que a produção do biocombustível não gera boas margens para as usinas


NovaCana - 23 jun 2021 - 09:08 - Última atualização em: 23 jun 2021 - 16:04

Organizado pelo Itaú BBA, o evento Agro em Pauta analisa a safra das principais commodities do país. Em relação ao milho, o banco acredita que haverá pouca disponibilidade do grão, pelo menos até a safrinha 2021/22. Ainda assim, pela primeira vez em quatro anos, a produção global tenderá a ser superior à demanda pelo produto.

Já em relação aos preços, o Itaú BBA projeta que eles se manterão firmes, ainda que em patamares menores do que os observados ao longo deste ano, diante da previsão de uma maior oferta global.

Segundo relatório disponibilizado no último dia 17, a fabricação de etanol de milho deverá crescer 32,5% na safra, subindo de 2,6 bilhões de litros para 3,4 bilhões. Esta estimativa, como afirma o banco, poderá ser revisada para baixo, dependendo das cotações do milho. “No total, a produção de etanol deverá ser de 27,9 bilhões de litros, versus os 30,4 bilhões de 2020/21”, aponta.

O gerente de consultoria de agronegócios do Itaú BBA, Guilherme Bellotti, declara que o espaço de melhoras de margens das indústrias de etanol de milho tende a seguir limitado na safra. “Apesar de esperarmos um aumento nas cotações de etanol e firmeza nas do DDG [grão seco de destilaria], a reboque dos elevados preços dos substitutos, as cotações do milho devem seguir firmes e, assim, inibir ganhos expressivos de rentabilidade”, completa.


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