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Tubo de aço sem costura mais resistente para o setor sucroenergético

A Vallourec entrega soluções customizadas ao mercado oferecendo um material que amplia a produtividade, melhora a eficiência energética no processo de troca térmica, contribui para a redução de custos com manutenção, além de colaborar com a redução das emissões de gases do efeito estufa


Vallourec - Informe publicitário - 01 set 2021 - 09:07

Por meio do uso de tecnologia própria, desenvolvida ao longo dos últimos 13 anos, a Vallourec desenvolveu um novo produto altamente resistente aos processos de corrosão e abrasão em pré-aquecedores de ar de caldeiras em usinas de açúcar e etanol. Com resultados já comprovados por empresas do setor, o aço VBRMo4 tem se mostrado até quatro vezes mais durável que os tradicionais tubos soldados (com costura).

“É parte da cultura da Vallourec mapear os gargalos identificados nos setores nos quais atuamos e desenvolver soluções customizadas, de alta qualidade e com excelente custo-benefício para nossos clientes”, destaca Dennis Androvics, do time de vendas da empresa.

O aço VBRMo4 foi desenvolvido para contribuir com o processo de cogeração de energia das usinas, que utiliza a tecnologia como aliada na busca por mais eficiência por meio de fontes de energia renováveis como a biomassa.

“Além de representar uma economia no processo de produção, nosso principal intuito é contribuir para a ampliação da produção de etanol, uma fonte alternativa de energia mais limpa e sustentável”, defende o gerente de vendas de produtos de termogeração da Vallourec, Júlio Martinez.

Essa solução favorece o alto desempenho nas usinas que utilizam a biomassa e contribui para a transição energética, proporcionando uma mudança essencial nas empresas que buscam o crescimento econômico com baixa emissão de carbono. Essa prática está ainda associada à critérios de ESG (Environmental, Social and Governance) que trazem oportunidades para as empresas gerarem valor ao longo prazo na jornada da sustentabilidade, mostrando a preocupação não somente com as tradicionais métricas econômico-financeiras, mas também com aspectos ligados aos impactos socioambientais da organização.

Melhor custo-benefício

Além de evitar as trocas frequentes de tubos, o uso do VBRMo4 diminui os gastos com manutenção e evita o desligamento da caldeira, que segue produzindo energia e gerando receita para o setor mesmo em períodos de entressafra.

“As condições operacionais do pré-aquecedor de ar fazem com que os tubos sejam submetidos a efeitos severos de corrosão e abrasão. Os tradicionais, tubos soladados, não resistem e acabam rompendo, em média, após dois anos de uso”, explica Júlio Martinez.

Em dez anos, a substituição de tubos soldados pelo VBRMo4 pode resultar em mais de 60% de redução dos custos com manutenção. Os reflexos já são sentidos no primeiro ano de utilização do produto e a economia pode chegar a aproximadamente R$ 1,5 milhão por pré-ar por usina.

Projeto piloto

O VBRMo4 foi colocado à prova em uma experiência piloto, iniciada em 2012. Os tubos foram instalados em um pré-aquecedor de ar com altos índices de perda de tubulação e os resultados estão sendo analisados até os dias de hoje.

Para avaliar como o produto reagiria aos efeitos da corrosão e abrasão, os tubos VBRMo4 foram instalados nas quatro primeiras fileiras, onde há maior necessidade de troca. Ao lado, foram colocados tubos de aço soldados 1010. Ao final da primeira safra, foram retiradas amostras de ambos os tipos de tubos e ficou constatado que praticamente não houve desgaste por corrosão e abrasão no VBRMo4, ao contrário do tubo de aço sem costura 1010.

Na segunda safra ficou constatado, por meio de uma técnica que mede a perda de massa do tubo, que o desgaste apresentado pelo VBRMo4 não passou de 0,25mm, enquanto nos tubos de aço soldados as perdas chegavam a 0,4mm. A terceira safra mostrou que o VBRMo4 estava visualmente intacto, enquanto o tubo com aço 1010 rompeu no decorrer do período.

Os estudos e testes realizados ao longo da última década mostraram que o VBRMo4 é o tubo sem costura que mais gera economia em relação aos concorrentes e contribui para a evolução do setor sucroenergético.