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Usinas

Estudo revela o perfil das usinas de açúcar e etanol em recuperação judicial


NovaCana - 26 ago 2014 - 13:23 - Última atualização em: 14 ago 2015 - 16:01

O primeiro pedido de recuperação judicial de uma usina foi feito em 2008, pela Cia. Albertina, em Sertãozinho (SP). De lá para cá dezenas de outras usinas em várias regiões do Brasil recorreram à recuperação judicial.

A seguir, apresentamos uma compilação e análise dos dados das empresas do setor que já buscaram socorro através da lei nº 11.101 de 2005 e o perfil predominante das usinas sucroalcooleiras que pediram recuperação.

As causas da crise são tão conhecidas quanto extensas: o período de forte expansão, a escassez do crédito, a elevação dos custos, a política governamental, as intempéries climáticas, a eliminação da Cide, a redução dos investimentos e a lenta evolução lenta da produtividade são apenas alguns dos problemas enfrentados nos últimos anos.

Foi assim que, em seis anos, 67 unidades buscaram a justiça para se proteger contra credores, número que inclui alguns engenhos com moagem inferior a 300 mil toneladas de cana por safra.

Ainda mais preocupante é que das unidades que pediram recuperação, 40 estão inativas, o que representa 60% dos pedidos. Sem produzir, o cumprimento dos planos de recuperação torna-se muito mais complicado.

O estudo revela também um perfil recorrente entre as unidades que pediram recuperação judicial: são usinas mistas, de menor porte, com 70% de cana própria e produção de etanol mais voltada ao hidratado.

Os detalhes são apresentados a seguir pelo portal novaCana numa série de gráficos e informações adicionais sobre os perfis das unidades em recuperação judicial:
- O peso dos canaviais nas contas das usinas
- A evolução dos pedidos de proteção judicial ao longo dos anos
- O endividamento dessas usinas é administrável?
- O perfil das usinas e da moagem
- Plano de recuperação ou de sobrevivência? Qual é a situação das usinas que estão passando pelo processo.


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