Usinas

O impacto do setor sucroenergético nas perdas da Petrobras Biocombustível (PBio)

Entre as seis investidas da estatal – três de etanol e três de biodiesel – apenas a joint-venture com o grupo São Martinho ofereceu lucro em 2014


NovaCana - 13 mai 2015 - 09:20 - Última atualização em: 13 mai 2015 - 11:33

A Petrobras Biocombustível (PBio), braço da estatal petroleira que atua na produção de etanol e biodiesel, publicou um relatório sobre o desempenho de suas atividades em 2014, destacando que finalizou o exercício com um resultado líquido melhor que em 2013, muito embora esteja operando no vermelho pelo sexto ano consecutivo.

Das perdas, R$ 162,2 milhões são atribuídas a duas das empresas produtoras de açúcar e etanol em que a subsidiária da estatal é acionista.

Com um prejuízo líquido de R$ 266,3 milhões no exercício encerrado em 31 de dezembro, em comparação a 2013, a PBio reduziu sua perda em 17,6%. No entanto, este foi o segundo pior resultado desde 2009 (todos negativos), ano em que a PBio iniciou a operação.

A PBio possui participação nas sucroalcooleiras Guarani (SP), Nova Fronteira (GO) e Bambuí (MG) que, juntas, detém nove usinas. Na área de biodiesel é acionista de outras três empresas. Entre as seis investidas, apenas a Nova Fronteira, joint-venture com o grupo São Martinho ofereceu lucro, de R$ 70,8 milhões, mesmo assim insuficiente para cobrir as perdas de seus pares.

Na sequência:

- A produção de açúcar, etanol e bioenergia das investidas em 2014

- O resultado contábil de cada empresa

- Os destaques das associadas sucroalcooleiras

- O projeto de etanol celulósico da estatal


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