Usinas

[Entrevista] Fertilizantes sintéticos e diesel são “inimigos” de usinas no RenovaBio, diz SGS

Representantes da firma inspetora SGS falam sobre atrasos e entraves do RenovaBio. Para eles, programa ficou “sobrecarregado”, mas isso deve se resolver: “As usinas estão esperançosas de que vai tudo dar certo”


novaCana.com - 06 mar 2020 - 14:35 - Última atualização em: 09 mar 2020 - 11:33

Uma empresa suíça, com quase 150 anos de história e presente em mais de 100 países. Para quem acha que todos os elementos relacionados ao RenovaBio – política nacional de incentivo ao uso de biocombustíveis – são uma novidade, essa descrição pode parecer algo distante e não relacionado. Porém, ela se refere à SGS, uma das firmas inspetoras autorizadas a operar no programa e que já coleciona mais de 110 certificações em andamento ou finalizadas.

A companhia, que começou com a inspeção de grãos em um porto na Europa, está presente no Brasil com uma divisão para área agrícola que, antes mesmo do RenovaBio, já atuava com certificações voltadas ao setor de biocombustíveis.

“A gente começou a participar do RenovaBio nas reuniões iniciais com a Embrapa e a Unicamp, para entender como seria o funcionamento da verificação, o que seria considerado, qual a formatação da RenovaCalc”, relata o gerente de negócios de sustentabilidade da SGS, Fabian Peres Gonçalves. “Eles nos convidavam e a gente participava dessas discussões”.

Em entrevista ao novaCana e à BiodieselBR.com, Gonçalves comenta um pouco sobre essa trajetória e fala sobre os desafios encontrados pela firma inspetora e pelas usinas até o momento.


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