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Copervales bate recorde de produção de cana-de-açúcar na safra 2021/22


Copervales - 25 fev 2022 - 09:32

Apesar do cenário econômico adverso, com alta no preço de insumos, produtores de cana-de-açúcar de Alagoas com atuação no Vale do Satuba, Vale do Paraíba e Vale do Mundaú bateram recorde de produção na safra 2021/22. A Cooperativa Agrícola do Vale do Satuba (Copervales) superou a marca de 862 mil toneladas de cana-de-açúcar moídas, um recorde histórico na região.

A expectativa é que, ao final da safra, os cooperados superem a marca de 870 mil toneladas de cana moídas. Hoje, a cooperativa gera cerca de dois mil empregos diretos e três mil empregos indiretos.

“Esse incremento na produção se deve a investimentos contínuos realizado pelos cooperados e pela cooperativa. O reflexo desse aumento de matéria prima irá repercutir em mais produtos acabados, em mais aplicação de insumos e mão de obra, fazendo circular mais recursos em toda essa cadeia produtiva”, afirma o gerente administrativo e financeiro da Copervales, Rivaldo Leite.

A Copervales é uma cooperativa fundada por fornecedores de cana no ano de 2014, com a proposta de enfrentar a crise que provocou o fechamento de diversas unidades industriais em Alagoas. Em seu primeiro ano de atuação, ela produziu cerca de 469 mil toneladas de cana-de-açúcar, volume que cresceu ano a ano.

A cana-de-açúcar moída na Copervales é transformada em açúcar VHP, exportado para Europa, Ásia, África e América do Norte; e em açúcar cristal, melaço e bagaço, que são vendidos no mercado interno. Entre 2015 e 2021, a cooperativa manteve relações com 874 fornecedores de materiais e serviços, com 285 fornecedores de cana e com 1.177 clientes.

“O surgimento da cooperativa gerou um grande impacto positivo na região do Vale do Satuba, tanto do ponto de vista social quanto econômico, reativando a economia dos municípios e levando cidadania a uma parcela significativa da população”, acrescenta Leite.

Atualmente, a Copervales conta com uma área de 12 mil hectares de propriedade de cooperados e de 4 mil hectares agricultáveis do contrato de arrendamento da usina Uruba, que pertence à Massa Falida da Laginha Agro Industrial. A área estava ociosa e, desde 2015, voltou a produzir e ser fonte de renda para a região.


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