Usinas

Copersucar ultrapassa marca de 5 milhões de CBios escriturados

Comercializadora afirma ter mais de 15% de participação no programa RenovaBio


Copersucar - 02 jun 2021 - 12:16

As usinas sócias da Copersucar, maior comercializadora e plataforma de negócios de açúcar e etanol do mundo, atingiram uma marca inédita na última quinta-feira, 24: 5,2 milhões de créditos de descarbonização (CBios) escriturados.

“O número evidencia a eficiência da empresa na gestão dos seus indicadores ambientais de produção e logística, o compromisso de longo prazo com a sustentabilidade e o seu papel de liderança no RenovaBio, respondendo a 15,4% dos créditos de carbono emitidos no programa desde 2020”, afirma a companhia em nota à imprensa.

Para o presidente do conselho de administração da Copersucar, Luís Roberto Pogetti, este resultado mostra a aderência das usinas sócias da companhia ao programa de descarbonização RenovaBio. “A gestão dos indicadores ambientais realizada pela Copersucar e por suas usinas sócias tem tornado mais notória a contribuição atual do etanol na luta contra a mudança do clima e o futuro papel deste combustível renovável na transição para uma mobilidade de baixo carbono”, afirma e completa: “Com um controle mais detalhado do ciclo de vida do produto, a Copersucar vem conseguido melhorar as notas de eficiência energético-ambientais das suas usinas, ampliando, assim, a oferta de CBios para o mercado”.

No ano passado, a melhor nota a uma unidade de produção de etanol certificada no programa foi concedida à Usina São Francisco, uma das sócias da Copersucar. Além disso, a companhia relata que cinco usinas associadas já passaram pela recertificação no programa, tendo aumentado suas notas em até 25% em suas notas.

“Outras unidades também devem passar pelo processo nos próximos meses”, assegura. “Isso significa que a quantidade de CBios gerada por litro de etanol comercializado vai crescer, graças ao aumento do controle e da transparência do ciclo de vida do etanol”.

A emissão e a negociação de mais CBios, ainda segundo a Copersucar, reforça o amadurecimento do programa no mercado interno, além de contribuir para que o país cumpra os compromissos assumidos no Acordo de Paris.

“O programa é um excelente instrumento para colocar o Brasil em destaque durante a COP-26, encontro que acontece em novembro na cidade de Glasgow, na Escócia, e que deve aprofundar a regulação da precificação no mercado futuro, tornando o carbono uma commodity mundial”, conclui Pogetti.


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