Usinas

Com biogás, levedura e blockchain, Uisa foca em projetos de sustentabilidade

De olho na agenda ESG, sucroenergética aposta em agricultura regenerativa e ciclo de economia circular


NovaCana - 27 set 2022 - 14:12

A agenda ESG (vinculada a boas práticas ambientais, sociais e de governança) tem ganhado espaço no setor sucroenergético. Mais do que um diferencial, ela se tornou necessária para as empresas que têm metas de redução de suas emissões de carbono na atmosfera.

O setor conta inclusive com diferentes programas que medem a pegada de carbono das usinas, como o RenovaBio, que propicia a emissão de créditos de descarbonização (CBios), e o Low Carb Fuel Standard (LCFS), da Califórnia, que permite que usinas de diferentes países importem seu etanol para o estado norte-americano.

Na terceira edição de seu relatório de sustentabilidade, a Uisa (antiga Usinas Itamarati) destacou sua participação em ambos os programas e trouxe as principais ações da sucroenergética relacionadas à economia circular. O documento ainda lista projetos futuros, que irão melhorar as práticas de ESG da companhia.

No texto, a empresa reitera que a sustentabilidade e a redução de emissão de carbono são algumas de suas “principais diretrizes de atuação”. A Uisa, que registrou um lucro recorde de R$ 183,65 milhões na safra passada, também anunciou alguns investimentos, especialmente na área ambiental, para manter o seu crescimento.

Atualmente, de acordo com dados do relatório, a sucroenergética conta com mais de 35,8 mil hectares de terras próprias, com partes em vegetação nativa, e uma capacidade de moagem de 6,3 milhões de toneladas por safra.

Segundo o gerente de sustentabilidade da empresa, Caetano Grossi, a vegetação nativa inclui floresta e Cerrado. De acordo com ele, a área possui 179 espécies de aves, 163 de árvores e, ainda, 24 de mamíferos. A relação traz até mesmo espécies consideradas ameaçadas de extinção.

Grossi destaca que um dos pilares da Uisa é a agricultura regenerativa. “Solo, água, vegetação e biodiversidade são os nossos maiores patrimônios”, afirma e completa: “Eles possibilitam uma área de cana produtiva e sem fragilidade ou impasse”.

Ele ainda afirma que, as práticas ESG são um “caminho sem volta”: “No passado era uma obrigação, mas hoje passa a ser uma oportunidade”, completa. A Uisa alcançou um reaproveitamento de 92,6% de resíduos gerados no processo agroindustrial, feito destacado no relatório de sustentabilidade da companhia.

No texto completo, exclusivo para assinantes, você confere detalhes sobre os diferenciais sustentáveis da Uisa, os projetos em andamento e as certificações da empresa.


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