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Investimento

“Invistam sem preconceito no setor de açúcar e etanol”, recomenda BTG Pactual

Banco oferece uma nova análise da situação do mercado com um olhar para o próximo ciclo de produção de açúcar e etanol. Trabalho apresenta uma série de indicadores para concluir sobre a viabilidade do setor e dos seus principais grupos


NovaCana - 07 mar 2017 - 10:29

Em 2015, enquanto muitos ainda enxergavam apenas um futuro sombrio, o BTG Pactual apostou em um horizonte claro e promissor para a indústria sucroenergética. Com os melhores preços do açúcar, aumento das margens de lucro e a valorização das ações das companhias do setor na bolsa de valores, os investidores que seguiram os conselhos dos analistas do banco estão comemorando.

Agora o banco soltou uma nova avaliação, com um olhar sobre 2017. Baseando-se no que considera performances sólidas, a instituição financeira relembra alguns pontos do passado e continua pisando firme.

“Acreditávamos que alguns nomes [de grupos sucroenergéticos] listados eram veículos perfeitos para jogar esse cenário através do lado da equidade [apreciação], em uma combinação potencial de desalavancagem e rentabilidade de fluxo de caixa atraente”, relembram os analistas. Eles ainda instigavam aqueles que duvidavam do setor de açúcar e etanol a “abrirem suas mentes”. Em 12 meses, as ações de Cosan, São Martinho e Adecoagro se valorizaram em 79%, 25% e 2%, respectivamente. A nova avaliação atualizou a perspectiva anterior.

A análise atualizada inclui:

- Ociosidade e ocupação nas usinas
- Impacto do déficit de açúcar no setor nacional
- Target price para São Martinho, Cosan e Adecoagro
- Projeções de Ebitda para São Martinho, Cosan e Adecoagro
- Perspectivas para preço do açúcar
- Influência do preço do etanol


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