BASF
Investimento

Para BNDES, setor sucroenergético passa por transição e novo paradigma deve se formar

O BNDES apresenta sua visão sobre o desenvolvimento do mercado sucroenergético no curto, médio e longo prazo. Esta visão sugere como o dinheiro do banco público pode chegar na mão das usinas de açúcar e etanol: não será com as usinas fazendo o mesmo de sempre


novaCana.com - 25 out 2016 - 10:44

Os problemas políticos e econômicos que marcaram os últimos dois anos tiveram seu impacto nos números apresentados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) sobre o setor sucroenergético. Segundo o gerente do departamento de biocombustíveis do BNDES, Artur Yabe, a perspectiva é que, neste ano, os financiamentos aprovados cheguem a R$ 1,5 bilhão – um número 26% inferior aos R$ 2,04 bilhões do ano passado.

Ainda assim, o valor projetado implica em um adicional de R$ 900 milhões em aprovações até o final do ano. Ou seja, apesar das quedas nos números anuais, o sentimento do banco é de otimismo.

Ainda é cedo para se falar em patamares de investimento similares aos de 2010, mas o momento mais crítico já faria parte do passado. O raciocínio é derivado de uma análise do índice de alavancagem, que mede o risco financeiro das companhias.

Na reportagem a seguir:
- Perspectivas para o último trimestre de 2016
- Mudanças no ProRenova
- Gargalos do etanol celulósico e como as soluções estão aparecendo
- Tecnologias para o campo e como o BNDES visualiza o futuro do setor
- Investimentos na indústria


EXCLUSIVO ASSINANTES

O texto completo desta página está
disponível apenas aos assinantes do site!

VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR