Financeiro

O setor sucroenergético em meio a 25 setores: Desempenho em 2019 foi abaixo da média

Oito indicadores econômico-financeiros trazem o desempenho das maiores companhias do país; sucroenergéticas ficaram abaixo da média em sete


novaCana.com - 14 jan 2021 - 08:20

O ano de 2019 foi considerado benéfico para o setor sucroenergético, com bons desempenhos nas vendas, produção e consumo recordes de etanol e melhora em indicadores financeiros. Porém, analisando as empresas de açúcar e etanol lado a lado com outros setores da economia nem sempre os resultados são tão favoráveis.

O novaCana já havia trazido o desempenho das dez melhores companhias do setor e das 36 maiores sucroenergéticas em 2019 – as primeiras, ranqueadas de acordo com oito indicadores, gerando uma pontuação final, e as segundas classificadas conforme a sua receita líquida. Ambas as reportagens se referem aos dados apresentados, anualmente, pela publicação Valor 1.000, do Valor Econômico, que elenca as mil maiores empresas brasileiras.

Considerando a média das 36 maiores do setor em 2019, houve prejuízo líquido e endividamento mais elevados que em 2018, mas os resultados de receita líquida e Ebitda foram mais favoráveis no mesmo comparativo.

Já observando oito critérios econômico-financeiros e uma comparação com outros 24 setores da economia, essa elite sucroenergética perdeu posição em quatro indicadores entre 2018 e 2019. Ao mesmo tempo, houve melhora em quatro deles – um a mais do que um ano antes, quando o incremento foi em três itens.

Por sua vez, em relação à média das mil maiores empresas do país, o setor de açúcar e etanol ficou abaixo da linha em sete dos oito critérios, tendo desempenho acima da média geral somente na margem Ebitda (que relaciona a receita líquida com o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). Em 2018, a elite do setor havia superado a média em três critérios.

As sucroenergéticas presentes na análise referente a 2019 são (em ordem alfabética): Adecoagro, Atvos, Balbo, Barralcool, Bazan, Bevap Bioenergia, Biosev, Caeté, Cerradinho, Clealco, CMAA, Colombo, Copersucar, Coruripe, Da Mata, Delta Sucroenergia, Ferrari, Goiasa, Ipiranga Agroindustrial, Jalles Machado, Lincoln Junqueira, Maringá, Melhoramentos, Nardini, Olho D'Água, Santa Adélia, Santa Fé, Santa Isabel, Santa Terezinha, São João, São Manoel, São Martinho, SJC Bioenergia, Tereos Internacional, Usina da Pedra e Zilor.

Confira, na versão completa (para assinantes), o desempenho do setor sucroenergético nos oito critérios avaliados além do histórico das médias dos últimos seis anos, tanto das empresas de açúcar álcool quanto das mil maiores.


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