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Financeiro

Com economia ruim, reestruturação de dívidas se torna mais comum para sucroenergéticas


novaCana.com - 13 jul 2016 - 14:57 - Última atualização em: 14 jul 2016 - 10:48

Crise, recessão, altas taxas de juros. Por mais que as companhias sucroenergéticas brasileiras queiram esquecer esses termos e surfar em perspectivas otimistas de negócios, elas ainda estão submersas pelas condições adversas da economia. Que o digam as usinas que enfrentam processo de recuperação judicial.

Para escapar desse caminho (quase) sem volta ou até mesmo para tentar retornar ao mercado, muitas companhias optam pela reestruturação de suas dívidas, alterando condições previamente estabelecidas de pagamentos e fazendo renegociações. Entre elas estão: Tonon Bioenergia, Odebrecht Agroindustrial, Grupo Virgolino de Oliveira (GVO), Abengoa Bioenergia, Grupo Moreno, Infinity Bio-Energy e USJ Açúcar e Álcool.

Isso, contudo, não muda o fato de que os credores percebem a possibilidade de inadimplência como crescente. No agronegócio, diferente do que acontece em outros setores, a reestruturação não tem sido facilmente associada a uma melhora posterior no valor agregado das companhias.

Saiba mais:
- Vantagens e desafios da reestruturação de dívidas
- Os caminhos adotados pelas empresas do setor
- Impacto da reestruturação de dívidas no valor agregado das companhias


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