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Financeiro

CTC registra crescimento no lucro de 63,2% no trimestre, alcançando R$ 30,6 milhões

Segundo a companhia, sua participação de mercado no plantio de cana-de-açúcar é de 34%


CTC - 13 ago 2021 - 09:03

O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) registrou lucro líquido de R$ 30,6 milhões no primeiro trimestre da safra 2021/22, alta de 63,2% em comparação a igual período da safra anterior. Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia foi de R$ 52,1 milhões, com margem de 57,4%.

Segundo o CTC, o desempenho positivo do trimestre é reflexo da combinação do aumento da área e do mix de produtos com valor agregado mais alto.

No período, a receita líquida do CTC totalizou R$ 90,7 milhões, representando um incremento de 40,3% em relação ao primeiro trimestre de 2020/21. De acordo com a companhia, o avanço da receita foi impulsionado pela maior participação de variedades elite na área de plantio, o que proporciona uma dinâmica de preços mais favorável. Dentre a participação de mercado de 34% no plantio de cana-de-açúcar no trimestre, 60% são de variedades elite.

“O CTC continua executando seu planejamento estratégico, contando com sólida posição e geração de caixa e baixo endividamento, com foco em avanços tecnológicos mapeados, para continuar como a única empresa brasileira com a infraestrutura necessária para o aperfeiçoamento genético de cana no Brasil”, afirma o diretor financeiro e relações com investidores do CTC, Rinaldo Pecchio.

Ele ainda destaca que o desempenho ocorreu em meio ao “cenário desafiador” causado pela seca. “Mantivemos bom ritmo de crescimento do nosso negócio no primeiro trimestre, com aumento do faturamento, lucro e Ebitda. Outro aspecto positivo foi o crescimento de participação no mercado de nossas variedades premium e variedades geneticamente modificadas”, afirma.

Os custos de pesquisa e desenvolvimento alocados pelo CTC no resultado do primeiro trimestre de 2021/22 totalizaram R$ 35,2 milhões, aumento de 33% sobre o mesmo período da safra anterior. A companhia afirma que o aumento se deve a: redimensionamento da área de biotecnologia, custos com compra de materiais, serviços de análises e crescimento das contratações para as áreas de biotecnologia e sementes.


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