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Financeiro

As 83 maiores sucroenergéticas: vendas e lucros crescem, mas endividamento segue alto

Número de empresas no ranking da Exame diminui, mas faturamento médio aumenta


novaCana.com - 18 jan 2019 - 09:59

Os últimos anos não têm sido estáveis para o setor sucroenergético. Por mais que, em 2016, os preços do açúcar no mercado internacional e o aumento na demanda por etanol tenham aliviado os ânimos, a crise de 2017 apresentou inúmeros desafios para as usinas. Ainda assim, parte do setor pode ter sentido as mudanças de forma diferente.

O ranking das mil maiores empresas brasileiras por faturamento – publicado pela Revista Exame e feito em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) – traz informações das principais companhias do país e mostra que, para os maiores nomes do setor sucroenergético, 2017 foi um ano favorável, com uma visível recuperação em alguns indicadores. O número de companhias na relação, porém, diminuiu.

O segmento aparece representado por 83 companhias que, juntas, faturaram US$ 28,4 bilhões – valor 4,36% superior aos US$ 27,3 bilhões do ano anterior. O aumento não é expressivo, mas, considerando as dificuldades da safra, um resultado positivo é surpreendente.

Confira, na reportagem completa, uma análise das variações dos indicadores das principais empresas do setor, além de gráficos com:

- Ranking das companhias com as maiores vendas líquidas de 2017
- Análise da evolução de indicadores financeiros do setor de 2009 a 2017
- Evolução das principais empresas sucroenergéticas, considerando vendas, resultados financeiros e taxa de endividamento

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